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Coronavírus

XP prevê queda do PIB de 1,9% e fala em risco político no Brasil

Sobre as medidas de estímulo econômico anunciadas até o momento pelo governo, diz que ainda parecem limitadas

Publicado em 28 de Março de 2020 às 09:04

Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 mar 2020 às 09:04
A XP Investimentos revisou a projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2020 de crescimento de 1,8% para retração de 1,9%.
Passageiras utilizam máscaras após pandemia de coronavírus na rodoviária da capital.
Passageiras utilizam máscaras após pandemia de coronavírus na rodoviária de Vitória. XP espera que restrições de conato social sejam mantidas em abril Crédito: Vitor Jubini
"Esperamos que o impacto negativo já seja sentido no primeiro trimestre e que atinja seu efeito máximo no segundo trimestre desse ano", disse a instituição em relatório nesta sexta-feira (27).
Com base na experiência internacional recente, a XP espera que as restrições de contato social serão mantidas em abril, com possibilidade de se estenderem para o mês de maio.
Sobre as medidas de estímulo econômico anunciadas até o momento pelo governo, diz que ainda parecem limitadas e correm o risco de não fazerem efeito no curto prazo, o que representa um primeiro risco para a nova projeção.
"No lado político, entendemos que a polarização política volta a crescer em virtude das tensões criadas pelo Planalto com governos locais e impactam significativamente a confiança de empresários e consumidores. Essa é uma segunda fonte de risco em nosso cenário", afirma a XP.
Como terceiro risco, o relatório cita a pressão por uma implementação de restrição parcial desgovernada que não leve em consideração o posicionamento da comunidade técnica-científica.

OUVIR AUTORIDADES EM SAÚDE PÚBLICA

Em meio ao debate político sobre a questão, a instituição afirmou que as discussões sobre restrições parciais ou totais são importantes, mas devem ser ponderadas, levando em consideração a opinião isenta de líderes das áreas de saúde e todas as limitações que as medidas de restrições parciais enfrentarão na prática.
Também nesta sexta, o JP Morgan divulgou projeção de queda de 3,3% do PIB e também citou riscos políticos.

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