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Setor de serviços tem alta de 1,2% em agosto ante julho

Em comparação com agosto de 2017, volume de serviços prestados subiu 1,6%; no acumulado do ano, recuo é de 0,5%

Publicado em 16/10/2018 às 09h37
O volume de serviços prestados teve um avanço de 1,2% em agosto ante julho  . Crédito: Sérgio Castro/Estadão
O volume de serviços prestados teve um avanço de 1,2% em agosto ante julho . Crédito: Sérgio Castro/Estadão

O volume de serviços prestados teve um avanço de 1,2% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, informou nesta terça-feira, 16, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês anterior, o dado foi revisado de uma queda de 2,2% para uma redução de 2,0%.

O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que previam desde uma queda de 0,30% a um avanço de 1,90%, com mediana positiva de 0,50%.

Na comparação com agosto do ano anterior, houve alta de 1,6% em agosto deste ano, já descontado o efeito da inflação. Nessa comparação, as previsões iam de queda de 1,20% a alta de 1,60%, com mediana positiva de 0,05%.

A taxa acumulada pelo volume de serviços prestados no ano ficou negativa em 0,5%, enquanto o volume acumulado em 12 meses registrou perda de 0,6%.

Desde outubro de 2015, o órgão divulga índices de volume no âmbito da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). Antes disso, o IBGE anunciava apenas os dados da receita bruta nominal, sem tirar a influência dos preços sobre o resultado. Por esse indicador, que continua a ser divulgado, a receita nominal subiu 1,1% em agosto ante julho. Na comparação com agosto do ano passado, houve aumento na receita nominal de 4,8%.

Queda acumulada em 12 meses é a menor desde 2015

A queda de 0,6% acumulada em 12 meses pelo setor de serviços em agosto foi a menos acentuada desde junho de 2015, quando houve recuo de 0,2%.

O resultado mantém a trajetória predominantemente ascendente iniciada em abril de 2017, segundo a PMS, iniciada em 2011, informou o IBGE. Em julho, a taxa em 12 meses ficou negativa em 1,0%.

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