Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Se programas emergenciais ultrapassarem 4 meses, voltamos ao Congresso, diz Mansueto
Tesouro Nacional

Se programas emergenciais ultrapassarem 4 meses, voltamos ao Congresso, diz Mansueto

Segundo secretário do Tesouro Nacional, o Brasil deve sair da crise atual com a dívida bruta na casa dos 90% do PIB

Publicado em 22 de Maio de 2020 às 17:29

Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 mai 2020 às 17:29
Mansueto Almeida
Mansueto Almeida Crédito: Geraldo Magela/Agência Senado
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse nesta sexta, 22, que os programas emergenciais aprovados pelo governo em resposta ao coronavírus levam em conta a paralisação da economia num prazo de até quatro meses, mas se a gravidade da crise persistir, o governo poderá discutir medidas adicionais com o Congresso.
"Vamos observar os dados com cuidado. Se a situação seguir muito grave, voltamos ao Congresso e negociamos com o Congresso para fazer o que for necessário", afirmou Mansueto, em live promovida pelo Lide, após comentar que o Brasil, assim como os demais países, se preparou para uma paralisação (lockdown), total ou parcial, de três a quatro meses.
O secretário assinalou ainda que o crescimento dos gastos dos governos, em todas as suas esferas, vai levar o déficit fiscal do setor público para R$ 700 bilhões neste ano, ou 10% do PIB. Ele lembrou que no ano passado o rombo fiscal somou R$ 61 bilhões, o equivalente a 0,9% do PIB.
Segundo Mansueto, o Brasil deve sair da crise atual com a dívida bruta na casa dos 90% do PIB - saindo de um nível perto de 76%. Trata-se de um porcentual não coerente com a dívida de países emergentes, na qual o endividamento gira ao redor de 50% do PIB
O secretário salientou que a dívida não seria uma preocupação se o Brasil estivesse na mesma situação de países desenvolvidos, como Estados Unidos e Alemanha, que conseguem financiar suas contas com juros reais negativos.
O Tesouro Nacional, apontou Mansueto, paga juros de 8% a 9% em emissões de volumes baixos com vencimento de dez anos - ou até mais em emissões com maiores volumes de títulos -, o que coloca o Brasil numa condição diferente se comparada à condição de países ricos em dar respostas à crise detonada pela pandemia.
Apesar disso, ele destacou que a redução dos juros, para 3% ao ano, permitiu um custo de dívida menor do que o de crises passadas. Como exemplo, ele lembrou que a taxa básica de juros (Selic) chegou a 14,25% na recessão de 2015-2016.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Bolo de chocolate com brigadeiro cremoso
Bolo de chocolate com brigadeiro cremoso: aprenda receita passo a passo
Mulher é resgatada pelos bombeiros após machucar o pé no Parque Estadual da Pedra Azul
Mulher é resgatada pelos bombeiros após se ferir em trilha na Pedra Azul
O Enem é a principal forma de entrada na educação superior no Brasil
Enem 2026: prazo para pagamento da taxa de inscrição termina nesta quarta (17)

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados