Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Petrobras antecipa qualidade de gasolina prevista apenas para 2022
Novo produto

Petrobras antecipa qualidade de gasolina prevista apenas para 2022

Empresa deveria colocar no mercado agora em agosto a gasolina com RON 92, mas optou por produzir o combustível com RON 93, padrão que seria exigido daqui a dois anos

Publicado em 29 de Julho de 2020 às 10:44

Redação de A Gazeta

Publicado em 

29 jul 2020 às 10:44
Data: 28/11/2019 - ES - Vitoria - Posto de Gasolina - Editoria: Cidades - Foto: Ricardo Medeiros - GZ
Petrobras já começou a entregar gasolina de padrão europeu às distribuidoras e produto já deve chegar aos postos Crédito: Ricardo Medeiros
A Petrobras já está produzindo em suas refinarias e comercializando aos distribuidores a gasolina com octanagem RON 93, que será obrigatória no Brasil apenas em 2022, de acordo com a nova regulamentação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O novo padrão de gasolina também tem maior massa específica (densidade), o que significa mais eficiência, com possibilidade de redução no consumo de gasolina por quilômetro rodado de 5%, em média, dependendo das características de cada motor. Além disso, proporciona melhora no desempenho do motor, melhor dirigibilidade, menor tempo de resposta na partida a frio e aquecimento adequado do motor.
“Ajustamos nossos processos de refino e estamos prontos para antecipar o padrão de qualidade previsto para 2022. Desta forma, garantimos a qualidade superior da gasolina produzida nas refinarias da Petrobras”, afirma Anelise Lara, diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras.
A regulamentação da ANP, cuja primeira fase entrará em vigor na próxima segunda-feira (3/8), estabelece uma massa específica (densidade) mínima de 715 kg/m³, novo requisito no Brasil para a gasolina comercializada nos postos. Outra importante mudança é a necessidade de octanagem mínima de 92 pela metodologia de RON (Research Octane Number), já adotada na Europa e mais adequada às novas tecnologias de motores que estão sendo introduzidas no Brasil. Essa metodologia será utilizada em conjunto com o MON (Motor Octane Number), que já é um parâmetro atualmente.
A segunda fase, prevista na Resolução ANP 807/20 para janeiro de 2022, estabelece que a octanagem mínima pela metodologia RON passará de 92 para 93. A Petrobras se antecipou e toda a gasolina comum produzida em suas refinarias já tem octanagem RON 93.
A nova especificação também dificulta fraudes na gasolina, combatendo o uso de solventes e naftas de baixa qualidade como forma de adulteração do produto comercializado ao consumidor.
O ganho de rendimento de 5%, em média, proporcionado pela nova gasolina compensará uma eventual diferença no preço da gasolina, porque o consumidor vai rodar mais quilômetros por litro.
O preço do combustível é definido pela cotação no mercado internacional e outras variáveis como valor do barril do petróleo, frete e câmbio. Portanto, esses fatores podem variar para cima ou para baixo e são mais influentes no preço do que o custo adicional de especificação. Além disso, vale lembrar que a Petrobras é responsável por apenas 30% do preço final da gasolina nos postos de serviço. As demais parcelas são compostas por tributos, preço do etanol adicionado e margens das distribuidoras e revendedores.
Fonte: Agência Petrobras
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Brasil diz ter convocado diplomata argentina para cobrar explicações sobre viagem de Flávio Bolsonaro
Macário Júdice Neto está preso desde dezembro
Macário Júdice é solto com uso de tornozeleira após quase um ano de prisão
Compra on-line; Black Friday; e-commerce; compra virtual; comércio eletrônico
O consumidor mudou mais nos últimos cinco anos do que nas duas décadas anteriores

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.