Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Economia
  • Pacote de socorro às companhias aéreas divide opiniões no governo
Coronavírus

Pacote de socorro às companhias aéreas divide opiniões no governo

Até o momento, todas as medidas de apoio ao setor foram tomadas pelo Ministério da Infraestrutura

Publicado em 03 de Junho de 2020 às 11:26

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 jun 2020 às 11:26
Avião da companhia aérea Azul
Avião da companhia aérea Azul Crédito: Rafael Nunes/Divulgação
Enquanto o setor aéreo queima caixa com os aviões parados em meio à pandemia do novo coronavírus, ainda há pontas soltas na negociação do plano de socorro desenhado pelo governo Bolsonaro pelo BNDES.
No segmento, o recurso é visto como insuficiente. E há, dentro do próprio governo, quem concorde que R$ 2 bilhões é pouco e que a liberação do dinheiro está demorando.
Até o momento, todas as medidas de apoio ao setor foram tomadas pelo Ministério da Infraestrutura. Pessoas familiarizadas com o assunto dizem que é uma preocupação da pasta garantir a sobrevivência das maiores empresas do setor.
O ministério comandado por Tarcísio de Freitas, no entanto, não tem ingerência direta sobre o desenho do pacote, que está a cargo do BNDES e do Ministério da Economia, resistentes a liberar recursos públicos a grandes empresas.
"O governo não vai pegar dinheiro público, dinheiro que falta para saúde e educação, e simplesmente salvar uma grande empresa, não é assim. É da vida ser abatido, é do mercado", disse Guedes em abril.
Ao BNDES, o recado dado pela equipe econômica foi de que a prioridade deveria ser salvar pequenas e médias empresas por meio dos programas de crédito subsidiado, como o Pronampe.
Integrantes da pasta da Infraestrutura têm buscado o diálogo com a equipe econômica para buscar que os recursos sejam maiores e cheguem às aéreas o quanto antes, mas ainda há entraves.
Na busca por mais recursos, as companhias aéreas pediram ao BNDES que créditos tributários pudessem ser usados como garantias, por exemplo.
O pedido foi repassado ao Ministério da Economia, que estuda se deve ou não aceitar uma parcela dos créditos.
Procuradas, as pastas não se manifestaram sobre o tema.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Perspectiva do Porto Central, em Presidente Kennedy
O potencial do parque logístico do Sul do ES em um número
GWM SOUO S2000-
Motocicleta Souo 2000 da GWM é cruiser de luxo equipada com motor de oito cilindros
Imagem de destaque
Horóscopo do dia: previsão para os 12 signos em 06/05/2026

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados