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Ministério da Economia terá corte de 30% nos cargos comissionados

Redução será de 3.100 cargos e funções

Publicado em 03/01/2019 às 06h46
O ministro da Economia, Paulo Guedes, discursa na solenidade de transmissão de cargo. Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil
O ministro da Economia, Paulo Guedes, discursa na solenidade de transmissão de cargo. Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, começará a reforma administrativa cortando na própria carne. A junção das pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio Exterior permitirá o corte de 3.100 cargos comissionados e gratificações pagas a servidores. Isso representa uma redução de 30% nos cargos de confiança da pasta.

Os cortes na Economia serão o maior na Esplanada dos Ministérios. Serão excluídas funções sobrepostas em Brasília e nas administrações regionais dos ministérios. Isso permitirá reduzir em mais de 600 o número de comissionados de livre nomeação e 2.500 comissões pagas a servidores concursados.

A economia que será gerada com as mudanças ainda não foi informada. O governo prepara um decreto com a estruturação do novo ministério. Apenas um dos anexos com atribuições das secretarias terá 150 páginas, segundo Gleisson Cardoso Rubin, secretário-adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital.

O superministério da Economia ocupará cinco prédios na Esplanada dos Ministérios.

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