Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Economia
  • Juros de empréstimos atingem maior patamar desde início da pandemia
Alta

Juros de empréstimos atingem maior patamar desde início da pandemia

Em setembro, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a média chegou a 21,6% ao ano, maior valor desde o início da pandemia de Covid-19

Publicado em 25 de Outubro de 2021 às 13:07

Agência FolhaPress

Publicado em 

25 out 2021 às 13:07
Com a alta da taxa básica de juros (Selic), o valor cobrado pelos bancos em novos empréstimos tem subido mês a mês. Em setembro, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a média chegou a 21,6% ao ano, maior valor desde o início da pandemia de Covid-19.
investimentos, dinheiro, crédito, cartão de crédito, taxa de juros, selic, banco
Juros de empréstimos atingem maior patamar desde início da pandemia Crédito: Pexels
No mês, houve elevação de 0,5 ponto percentual nos juros tanto para as famílias, que alcançaram 25,8% ao ano, quanto para empresas, 14,9% ao ano.
Em resposta à crise sanitária, o BC iniciou um ciclo de cortes que levou a Selic ao menor nível da história, a 2% ao ano, em agosto do ano passado. Já em março, quando o vírus chegou ao país, a autoridade monetária cortou 0,5 ponto percentual na taxa básica, que foi a 3,75% ao ano.
Como a Selic norteia todas as outras taxas, os juros bancários começaram a cair. Em setembro, a média ficou em 18,1% ao ano, menor valor da série iniciada em março de 2011.
Diante da escalada da inflação, no entanto, em março deste ano o BC voltou a subir taxa, que atualmente está em 6,25% e deve encerrar o ano perto de 9%.
O spread - diferença entre a taxa de captação dos bancos e o que eles cobram em empréstimos - ficou estável em 14,5 pontos, mas teve alta de 0,2 ponto nos 12 meses.
O saldo de crédito, que é todo o montante emprestado no sistema financeiro, chegou a R$ 4,4 trilhões em setembro, aumento de 2% em relação a agosto e o maior valor da série.
O estoque de financiamentos atingiu a marca de R$ 4 trilhões pela primeira vez na história em dezembro do ano passado, impulsionado principalmente por programas do governo para crédito às pequenas e médias empresas em meio à pandemia.
Em setembro, os bancos emprestaram R$ 445,1 bilhões, crescimento de 3,1% em relação a junho. A alta foi puxada pela concessão de crédito às empresas, com 3,7%. Para as famílias, houve alta de 0,5%.
A variação é calculada com ajuste sazonal, que retira peculiaridades do período, como número de dias úteis, para facilitar a comparação.
A inadimplência permaneceu estável no mês, em 2,3%. Em 12 meses, no entanto, houve queda de 0,1 ponto percentual.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Horóscopo do dia: previsão para os 12 signos em 29/04/2026
Grande mancha escura preocupo moradores e frequentadores da Praia da Guarderia e Ilha do Frade, em Vitória, em janeiro de 2026
Mancha na Guarderia: o que é preciso aprender com o estudo preliminar
Editais e Avisos - 29/04/2026

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados