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Atual secretário-adjunto

Guedes avalia promoção do secretário Esteves Colnago

Colnago conquistou a confiança de Guedes nos últimos meses e já o assessora em temas de maior peso ligados às reformas que estão em curso, como o pacote de PECs (propostas de emendas constitucionais) que prevê a reestruturação do Estado

Publicado em 30 de Novembro de 2019 às 10:18

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 nov 2019 às 10:18
Paulo Guedes, ministro da Economia Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil
O ministro Paulo Guedes deverá promover o atual secretário-adjunto da Secretaria Especial de Fazenda, Esteves Colnago, para ocupar um posto-chave em seu gabinete, segundo pessoas ligadas ao governo Bolsonaro.
Colnago conquistou a confiança de Guedes nos últimos meses e já o assessora em temas de maior peso ligados às reformas que estão em curso, como o pacote de PECs (propostas de emendas constitucionais) que prevê a reestruturação do Estado.
A Folha de S.Paulo apurou que mais mudanças na equipe econômica não estão descartadas, mas ainda não há definições sobre o assunto.
Nas próximas semanas, Guedes deverá definir nomes do governo para ocupar a presidência do Banco do Brics, além de postos reservados ao Brasil no Banco Mundial, no FMI (Fundo Monetário Internacional) e no BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
A tendência é de que o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, permaneça no cargo, o que contrariaria rumores sobre sua eventual saída do governo.
Por enquanto, a mudança mais certa é a promoção de Colnago, que foi ministro do Planejamento no final do governo Temer, em 2018.
Funcionário de carreira do Banco Central, onde ingressou em 1998 como analista, Colnago é mestre em economia pela UnB (Universidade de Brasília), e foi secretário-executivo adjunto do Ministério do Planejamento antes de ser nomeado ministro por Michel Temer.
À época, ele substituiu Dyogo Oliveira, que assumira a presidência do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) no lugar de Paulo Rabello de Castro.

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