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Durante pandemia

Google, Twitter e XP dão a funcionários direito de escolha sobre home office

Em algumas empresas como no caso do Twitter, por exemplo, os colaboradores poderão ficar permanentemente em trabalho remoto, caso queiram

Publicado em 25 de Julho de 2020 às 15:35

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 jul 2020 às 15:35
Trabalho em home office
Empresas permitem que funcionários escolham o melhor modelo de produção  Crédito: Pixabay
Empresas como as gigantes Google e Twitter e a brasileira XP Inc. deram aos funcionários o poder de decidir se voltam ao trabalho presencial ou não. No caso do Twitter, por exemplo, os colaboradores poderão ficar permanentemente em trabalho remoto, caso queiram.
A plataforma de gestão Omie realizou uma pesquisa com seus cerca de 300 funcionários para entender se eles estavam preparados para voltar. O resultado mostrou que a maioria prefere um modelo híbrido, que mescle o trabalho presencial com o home office. Por enquanto, a empresa, que está com os escritórios vazios desde março, tem o home office previsto, pelo menos, até setembro.
O resultado também acompanha outros números do mercado. Uma pesquisa da GPTW no Linkedin perguntou a 1.550 pessoas, caso elas pudessem escolher, como prefeririam trabalhar no pós-pandemia. Entre os respondentes, 64% gostariam do modelo híbrido após a pandemia. Apenas 4% gostariam de trabalhar só na empresa.
No caso da SiMCo, grupo que presta serviços de saúde com cerca de 400 funcionários, a solução foi deixar os colaboradores que queiram voltar ao trabalho presencial retomarem as atividades.
"Em um primeiro momento, o administrativo estava 100% em home office, mas, com a flexibilização maior em Fortaleza, ouvimos as áreas e demos opção para os funcionários que por algum motivo não estavam bem com o home office. A orientação é a de usar o critério de só voltar se o fato de estar no escritório mudar a capacidade da área de entrega e a eficiência", explica a diretora de gente, gestão e performance da empresa Daniela Amendola. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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