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Mercado de trabalho

Fechamento de empregos formais desacelera, mas atinge 1,5 milhão na pandemia

Nos dois primeiros meses do ano, a economia brasileira vinha criando postos de trabalho. Em janeiro e fevereiro, antes da crise de saúde pública, o país criou 341 mil vagas

Publicado em 28 de Julho de 2020 às 11:53

Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 jul 2020 às 11:53
carteira de trabalho
O total de empregos com carteira assinada perdidos no país desde o início da pandemia, em março, supera 1,5 milhão Crédito: Ministério do Trabalho / Divulgação
O fechamento de vagas formais no mercado de trabalho brasileiro, que disparou após o início da pandemia do novo coronavírus, desacelerou em junho. No mês passado, o saldo ficou negativo em aproximadamente 11 mil postos, uma melhora significativa em relação aos meses anteriores.
Ainda assim, o total de empregos com carteira assinada perdidos no país desde o início da pandemia, em março, supera 1,5 milhão.
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram apresentados nesta terça-feira (28) pelo Ministério da Economia.
Nos dois primeiros meses do ano, a economia brasileira vinha criando postos de trabalho. Em janeiro e fevereiro, antes da crise de saúde pública, o país criou 341 mil vagas -quase 50% a mais do que o registrado nos dois primeiros meses de 2019.
Com o resultado negativo entre março e junho, já sob efeito de medidas restritivas nas cidades e fechamento de comércio e empresas, passou a haver saldo negativo no ano.
Considerando os seis primeiros meses de 2020, o resultado ficou negativo em 1,2 milhão de vagas formais. No mesmo período de 2019, o saldo foi positivo em 408 mil postos.

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