Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Equipe de Lula vê rombo de R$ 500 bi com 'impacto nas contas de energia'
Transição

Equipe de Lula vê rombo de R$ 500 bi com 'impacto nas contas de energia'

Grupo de Trabalho de Minas e Energia do governo de transição vê uma "herança ruim" para além dos próximos 4 anos

Publicado em 08 de Dezembro de 2022 às 14:48

Agência FolhaPress

Publicado em 

08 dez 2022 às 14:48
O CCBB recebe alterações e mudanças para alojar a sede do governo de transição
O CCBB, sede do governo de transição Crédito: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Um rombo de R$ 500 bilhões que irá impactar o preço das contas de luz dos consumidores. É esse o diagnóstico feito pelo Grupo de Trabalho de Minas e Energia do governo de transição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação a políticas adotadas no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), que, segundo eles, deixa uma "herança ruim" para além dos próximos 4 anos.
Em coletiva de imprensa concedida nesta quinta (8), o coordenador do GT e professor na escola de engenharia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Mauricio Tolmasquim, citou pontos que justificam tal cifra.
O principal impacto é proveniente de uma emenda na privatização da Eletrobras, explicou, envolvendo a contratação obrigatória de energia de termelétricas em determinadas regiões mais remotas do Brasil. O valor calculado pelo grupo só nesse ponto chega aos R$ 368 bilhões.
Além disso, também foram citados:
  • Um empréstimo de R$ 23 bilhões feito às distribuidoras devido à Covid-19;
  • Impacto de R$ 6,5 bilhões devido à escassez hídrica;
  • Contratação emergencial de termelétricas por R$ 39 bilhões também pela crise hídrica;
  • Obrigação de reserva de mercado para pequenas centrais hidrelétricas no valor de R$ 55 bilhões.
"Temos um fenômeno: o custo da energia elétrica é barato, nossas fontes são baratas, mas a tarifa que o consumidor paga é uma das mais caras do mundo", disse Tolmasquim. "Vem mais pressão sobre a tarifa do consumidor, e temos que agir para resolver isso".
Petrobras tem "futuro nebuloso", diz senador. Também integrante do grupo, Jean Paul Prates (PT-RN) avaliou rapidamente a situação da Petrobras, sem dar detalhes devido a acordos de confidencialidade.
Segundo ele, apenas lucros e distribuição de dividendos e a retirada de recursos do solo não são um planejamento estratégico para a empresa - considerando também investimentos em energia renovável.
O senador fez críticas aos orçamentos das agências reguladoras dos órgãos mineradores, como a ANP (Agência Nacional do Petroleo), a PPSA (Pré-sal Petróleo S.A) e a EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Segundo Prates, chegaram relatos sobre falta de recursos para completar a folha de pagamento de dezembro.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

French President Emmanuel Macron and Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva
No G7, Lula faz críticas veladas a Trump ao citar protecionismo e crime organizado
Oportunidades de estágio para estudantes de nível médio, técnico e superior
Mais de 3.200 vagas de estágio abertas em órgãos do governo do ES
Músicos se apresentam na Fête de la Musique 2025 em uma rua de Paris
Rua se transforma em palco e calçada vira pista da cultura francesa em Vitória

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados