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Divergências

Em meio a 'fritura', Ministério da Economia nega saída de Guedes

Nesta quarta (26), Bolsonaro disse que suspendeu a apresentação do novo programa social do governo e fez críticas que foram interpretadas como direcionadas a Guedes

Publicado em 26 de Agosto de 2020 às 17:40

Redação de A Gazeta

Publicado em 

26 ago 2020 às 17:40
Paulo Guedes, ministro da Economia
Paulo Guedes, ministro da Economia Crédito: Alan Santos/PR
Diante de especulações sobre a permanência de Paulo Guedes (Economia) no cargo após crítica do presidente Jair Bolsonaro, a equipe de comunicação do Ministério da Economia precisou desmentir um boato de que o ministro teria pedido demissão.
Nesta quarta-feira (26), Bolsonaro disse que suspendeu a apresentação do novo programa social do governo e fez críticas que foram interpretadas como direcionadas a Guedes.
"A proposta como a equipe econômica apareceu para mim não será enviada ao Parlamento, não posso tirar de pobres para dar para paupérrimos", afirmou em discurso, durante cerimônia em Ipatinga (MG).
Após a afirmação, circulou no mercado financeiro um boato de que Guedes teria pedido demissão após a crítica do presidente.
No meio da tarde, a assessoria de imprensa do Ministério da Economia divulgou comunicado no qual afirma que o ministro segue trabalhando normalmente.
"Não procede marcação de coletiva para pedido de demissão. Ministro continua despachando normalmente. Estava em reunião com secretários de Fazenda, conforme agenda", informou a pasta.
A crítica de Bolsonaro é referente à tentativa de incluir o abono salarial entre os programas que seriam extintos para criar o Renda Brasil.
O custo anual do programa, que paga uma espécie de 14º salário a trabalhadores que recebem até dois salários mínimos, é de R$ 18 bilhões.
Para a reformulação do Bolsa Família, que passará a se chamar Renda Brasil, Guedes apresentou propostas de parcelas entre R$ 240 e R$ 270, a depender do desenho da assistência e da extinção de outros programas. Bolsonaro pressiona para que o valor chegue a pelo menos R$ 300.
Membros do governo afirmam que a insistência de Bolsonaro em estabelecer uma agenda social mais robusta é uma tentativa de segurar sua popularidade em alta e construir um caminho para a reeleição.
Pesquisa Datafolha mostrou que a aprovação do presidente registrou alta após a liberação do auxílio emergencial, especialmente no Nordeste.
Segundo relatos feitos à reportagem, o desenho elaborado pelos ministérios da Economia e da Cidadania prevê reformulação ou extinção de até 27 programas e benefícios da área social para criar o Renda Brasil.

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