Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Doria diz que é contra nova CPMF defendida por Paulo Guedes
Impostos

Doria diz que é contra nova CPMF defendida por Paulo Guedes

A declaração foi feita durante um evento promovido pela Exame. O governador de São Paulo, também destinou a atacar o governo e elogiar o que considera feitos da gestão de nove meses como governador

Publicado em 09 de Setembro de 2019 às 19:24

Publicado em 

09 set 2019 às 19:24
João Doria, governador de São Paulo Crédito: Wilson Dias | Agência Brasil

O governador de São Paulo, João Doria, afirmou nesta segunda-feira (09) que é contra a "nova CPMF" do governo federal. O imposto sobre transações financeiras, defendido pela equipe econômica de Jair Bolsonaro, pode ser recriado nos moldes da antiga CPMF, na esteira da reforma tributária.

"Por ser liberal por formação, nosso governo não cria imposto, ele reduz", afirmou. Ele disse admirar Paulo Guedes, ministro da Economia, mas ressaltou que "não é a favor da nova CPMF".

Doria, virtual candidato do PSDB ao Planalto em 2022, dedicou a fala em evento promovido pela Exame a atacar o governo e elogiar o que considera feitos da gestão de nove meses como governador de SP.

Citou a redução da alíquota de

para o combustível de aviação, uma medida de incentivo fiscal para ampliar os voos de companhias aéreas para o interior do Estado e também o programa de incentivo à indústria automotiva.

Doria falou ainda sobre a percepção internacional do Brasil, dando ênfase à China, país que já visitou duas vezes no começo de mandato. Já em relação a países europeus, como França, Alemanha e Portugal, ele disse considerar a situação gravíssima, em referência aos atritos gerados pelo governo Bolsonaro, que se intensificaram após a forte repercussão do aumento de desmatamento e queimadas na Amazônia.

"Os consumidores europeus são muito unidos. Se propõem nas redes sociais um boicote à carne brasileira, ninguém compra", afirmou, sobre potenciais retaliações à crise ambiental.

Doria manteve críticas ao governo federal. Disse que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, é uma pessoa não beligerante "com boa formação até" e que foi aconselhado por empresários mais cedo a não fazer um enfrentamento com França e Alemanha.

Ele disse que as ofensas de Jair Bolsonaro e de Paulo Guedes à Brigitte Macron, mulher do presidente da França, Emmanuel Macron, foram desnecessárias, em mais uma sinalização de que está se colocando na oposição ao governo Bolsonaro, que apoiou durante a campanha. "Você não faz isso com nenhuma mulher. É um mau exemplo", disse.

Ainda assim, Doria disse em seu discurso que é preciso evitar antecipar o processo eleitoral. "Não é hora de eleição."

"Bolsonaro deve concentrar na gestão de seu governo, e não na eleição", afirmou.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Bares e restaurantes podem ter aumento de até 8% nos preços com o fim da escala 6x1, estima a Abrasel
Fim da escala 6x1: veja o que muda para cada profissão
Sesa contrata reforma do necrotério e instalação de câmara frigorífica em hospital do Noroeste do ES
Homem é baleado por suspeito encapuzado em Colatina
Usar o celular antes de dormir é um hábito que prejudica o descanso adequado (Imagem: goffkein.pro | Shutterstock)
Como proteger sua saúde mental diante do clima eleitoral e da guerra digital

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados