Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Dólar reduz queda com Senado defendendo auxílio sem aprovar PECs
R$ 5,37

Dólar reduz queda com Senado defendendo auxílio sem aprovar PECs

O real deixou o posto de moeda com melhor desempenho hoje ante o dólar e foi para o lado das divisas com pior performance, fechando à R$ 5,3726

Publicado em 08 de Fevereiro de 2021 às 19:00

Agência Estado

Publicado em 

08 fev 2021 às 19:00
Dólar
No fechamento, o dólar à vista encerrou em baixa de 0,21%, a R$ 5,3726. No mercado futuro, o dólar para março fechou em leve queda de 0,04%, aos R$ 5,3720. Crédito: Pixabay
O dólar operou em queda a maior parte do dia, e chegou a cair a R$ 5,30 no início da tarde. Mas o ritmo de baixa perdeu força após declarações do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sobre a urgência em ter o auxílio emergencial aprovado, talvez já esta semana. O senador descartou até mesmo condicionar o auxílio à entrada em vigor de PECs que estão no Congresso, como quer o ministro Paulo Guedes e como esperam os participantes do mercado.
Com isso, o real deixou o posto de moeda com melhor desempenho hoje ante o dólar e foi para o lado das divisas com pior performance, chegando a subir pontualmente após as declarações de Pacheco. Ainda no mundo político, as mesas de operação seguem relatando desconforto com a política de preços dos combustíveis da Petrobras ter virado assunto do Planalto, mesmo com Jair Bolsonaro negando qualquer tipo de interferência na petroleira.
No fechamento, o dólar à vista encerrou em baixa de 0,21%, a R$ 5,3726. No mercado futuro, o dólar para março fechou em leve queda de 0,04%, aos R$ 5,3720.
A piora do real na tarde de hoje ocorreu a despeito do exterior positivo, com as Bolsas em novo recorde em Nova York e o dólar caindo de forma quase que generalizada no mercado internacional, em meio a perspectiva de aprovação do pacote fiscal de Joe Biden e a visão de maior crescimento da economia mundial, com o avanço da vacinação e a queda nos casos de covid.
"A paciência que o mercado tem com Brasília não está das mais altas. Brasília não pode patinar, não pode errar", afirma o responsável pela mesa de futuros da Genial Investimentos, Roberto Motta. "O mercado continua cético na capacidade de o Congresso entregar reformas relevantes este ano. Se Brasília surpreender, será um vento a favor forte", disse em live nesta tarde. Outro ponto que tem causado ruído, disse Motta, é o problema de comunicação do evento Petrobras, sobre os combustíveis. "Tem muito ruído sobre a Petrobras, muito ruído sobre o auxílio." Para Motta, o mercado só aceita o auxílio desde que o governo comece a tocar a PEC emergencial e outras reformas.
"Jamais praticaremos qualquer intervenção", disse Bolsonaro no final da tarde de hoje ao falar da Petrobras. O presidente disse que ainda estava negociando a questão, assim como o auxílio emergencial. Sobre o câmbio, Bolsonaro reconheceu à tarde que o "ideal é o dólar baixar" com as votações ganhando força no Congresso. Mais cedo, o mercado se animou com a sinalização do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de pautar o projeto de independência do Banco Central e prometer avançar com a reforma administrativa a partir de amanhã (9).
"Achamos que o compromisso do governo com o teto de gastos irá se enfraquecer", alerta a consultoria inglesa Capital Economics na tarde desta segunda-feira, ao elevar suas projeções para o dólar no Brasil. A estimativa do câmbio ao final de 2022 passou de R$ 5,33 para R$ 5,75.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Justiça condena mulher que chamou bispo de 'comunista' no ES
Senador Marcos do Val
Após cogitar governo, Do Val decide buscar reeleição como senador pelo ES
Imagem de destaque
'Busco time que me queira como jogador e não para marketing', diz Vozinha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados