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Mercado de trabalho

Desemprego fica em 6,6% e tem menor taxa até abril na série histórica

O resultado mostra relativa estabilidade ante o patamar dos três meses até janeiro (6,5%), que servem de base de comparação na Pnad Contínua

Publicado em 29 de Maio de 2025 às 11:25

Agência FolhaPress

Publicado em 

29 mai 2025 às 11:25
RIO DE JANEIRO - A taxa de desemprego ficou estável em 6,6% no Brasil no trimestre encerrado em abril, apontam dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O resultado mostra relativa estabilidade ante o patamar dos três meses até janeiro (6,5%), que servem de base de comparação na Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).
A taxa de 6,6% é a menor para o trimestre encerrado em abril na série histórica, que começou em 2012.
Chance de trabalho como operador de call center
Emprego formal ou trabalho informal são analisados pela Pnad Crédito: Freepik
O resultado também veio abaixo das projeções do mercado financeiro coletadas pela agência Bloomberg. A mediana das previsões estava em 6,9%, e o intervalo das estimativas ia de 6,7% a 7,1%.
A taxa de desocupação havia marcado 7% no trimestre até março, mas o IBGE evita a comparação direta entre intervalos com meses repetidos. É o caso dos períodos finalizados em março e abril.
A desocupação costuma subir no começo de ano com a busca por recolocação após o fechamento de vagas temporárias.
Nas estatísticas oficiais, uma pessoa de 14 anos ou mais é considerada desempregada quando não está trabalhando e segue à procura de oportunidades.
A Pnad olha tanto para o emprego formal, com carteira assinada ou CNPJ, quanto para o setor informal, que inclui os populares bicos.
Apesar do choque de juros praticado pelo BC (Banco Central) para conter a inflação, o mercado de trabalho ainda mostrou sinais de força ao longo dos últimos trimestres. Esse cenário foi amparado pelo desempenho do emprego formal.

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