Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Déficit fiscal do Brasil caminha para superar 15% do PIB no ano, diz IIF
Impactos

Déficit fiscal do Brasil caminha para superar 15% do PIB no ano, diz IIF

O Instituto Internacional de Finanças (IIF) explica que medidas expansionistas limitaram o choque causado pela Covid-19, mas deixaram pouca margem para manobra

Publicado em 10 de Novembro de 2020 às 15:26

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 nov 2020 às 15:26
Economia, crise e desenvolvimento
Economia, crise e desenvolvimento Crédito: Freepik
O Brasil está em um trajetória fiscal "preocupante", avalia o Instituto Internacional de Finanças (IIF), em relatório divulgado nesta terça-feira (10). Pelos cálculos da instituição, o País deve registrar déficit superior a 15% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.
Segundo a análise, o governo brasileiro implementou um amplo pacote de estímulos para atenuar os efeitos econômicos da pandemia, em volume semelhante aos de algumas economias desenvolvidas.
O IIF explica que as medidas expansionistas limitaram o choque causado pela covid-19, mas deixaram pouca margem para manobra. "A dívida pública já era alta e cumprir a regra fiscal do Brasil requer anos de cortes sustentados de gastos", pontua.
Para financiar o passivo, o País retirou depósitos do Banco Central, que, por sua vez, colocou mais títulos públicos no mercado por meio de operações de recompra (repo). "Redução de depósitos no BC evita emissão de dívida, mas a operação aumenta o dinheiro em circulação. O BC então esteriliza por meio de acordos de recompra reversa para manter inalterada a posição da política monetária", ressalta.
Como as operações são de 20 dias, em média, esse esquema pressupõe empréstimo de curtíssimo prazo à taxa Selic, argumenta o IIF.
O vencimento médio dos papéis caiu de forma acentuada e, em setembro, estava em 2 anos, não muito acima do 1,5 ano registrado na crise de 2002. "Dito isso, o cenário externo é radicalmente diferente agora. A dívida externa é uma ordem de magnitude menor, o déficit em conta corrente é pequeno (contra 4,2% do PIB em 2001) e os colchões de reserva são sólidos agora", compara.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Dois acidentes envolvendo ônibus escolares aconteceram no mesmo dia no Sul do ES
Dois acidentes envolvendo ônibus escolares são registrados no Sul do ES
A Polícia Militar e Civil esteve no bairro São Torquato, em Vila Velha, após um caso de agressão no Morro Boa Vista
Homens são espancados e abandonados no meio da rua em Vila Velha
Sessão do dia 9 de junho de 2026
Mudança na regra: prazo para uso de créditos de ICMS no ES é ampliado

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados