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Bolsonaro: governo não tem como manter auxílio de R$ 600 por muito tempo

"O governo não é uma fonte de socorro eterna", afirmou o presidente nesta quinta (16), em pronunciamento oficial no Palácio do Planalto

Publicado em 16/04/2020 às 18h34
Atualizado em 16/04/2020 às 18h36

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo não tem como manter o auxílio emergencial de R$ 600 ou outras ações por muito tempo. Segundo ele, o governo já destinou R$ 600 bilhões e os gastos das medidas podem chegar a R$ 1 trilhão. "O governo não é uma fonte de socorro eterna", disse em pronunciamento oficial no Palácio do Planalto.

O presidente da República,Jair Bolsonaro, participa do lançamento da nova linha de crédito imobiliário com taxa fixa da Caixa Econômica Federal
O presidente da República,Jair Bolsonaro, fez pronunciamento para anunciar demissão de Mandetta e substituto. Crédito: Antonio Cruz/Agência Brasil

Bolsonaro afirmou que era um direito do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta defender seu ponto de vista como médico, mas que a questão da manutenção de empregos não foi tratada como acredita que deveria ter sido. O presidente citou novamente que o isolamento social e fechamento de comércio afeta, principalmente, trabalhadores informais, que não podem ficar sem trabalho.

"Como presidente da República eu coordeno vinte e dois ministérios. Na maioria das vezes, o problema não afeta só um ministério. Quando se fala em saúde, em vida, não pode deixar de falar de emprego, porque uma pessoa desempregada está mais propensa do que uma outra que está empregada", afirmou.

Ao lado do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, o chefe do Executivo afirmou que pediu para que ele abra, gradativamente, emprego no País. "O que conversei com o Dr. Nelson ao longo desse tempo foi fazer com que ele entendesse a situação como um todo, sem esquecer que ao lado disso tínhamos outros problemas. Esse outro é a questão do desemprego. Junto com o vírus veio uma verdadeira máquina de moer emprego", disse.

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