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Mercado Financeiro

Bolsas da Europa fecham em alta, após PMIs e fala de Trump sobre China

O otimismo com a recuperação econômica se somou à declaração de Trump de que o acordo comercial sino-americano assinado em 15 de janeiro 'está intacto'

Publicado em 23 de Junho de 2020 às 14:40

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 jun 2020 às 14:40
Bolsa de valores
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com ganho de 1,30%, em 367,40 pontos Crédito: Pixabay
As bolsas da Europa fecharam o pregão desta terça-feira, 23, em alta, após avanços maiores do que o esperado de índices de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da região reforçarem o otimismo do mercado com os processos de recuperação econômica, depois dos impactos da pandemia de covid-19. Além disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acalmou os investidores ao dizer que o acordo comercial com a China continua "intacto", após ruídos sobre o assunto.
Com isso, o índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com ganho de 1,30%, em 367,40 pontos.
Uma série de indicadores econômicos da Europa divulgados hoje impulsionaram o apetite por risco nos mercados internacionais. O PMI composto da zona do euro subiu de 31,9 em maio para 47,5 em junho, superando expectativas de analistas. No Reino Unido, o mesmo indicador avançou de 30 em maio para 47,6 neste mês. Já na Alemanha, o PMI composto saiu de 32,3 em maio para 45,8 em junho
"Os PMIs desta terça-feira dão uma sensação de alívio de que uma forte recuperação é possível mas, ao mesmo tempo, sugerem que é melhor não ficar otimista demais", avalia Carsten Brzeski, economista-chefe para zona do euro da ING Economics.
O otimismo com a recuperação econômica na Europa se somou à declaração de Trump de que o acordo comercial sino-americano assinado em 15 de janeiro "está intacto".
O líder da Casa Branca precisou ir ao Twitter acalmar o mercado depois que o assessor econômico Peter Navarro disse à Fox News que o acordo estaria "acabado". Ao jornal Wall Street Journal, Navarro disse que a frase foi tirada de contexto e que não se referia ao pacto já assinado entre as duas potências
Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 subiu 1,21%, aos 6.320,12 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX avançou 2,13%, para 12.523,76 pontos. As ações da Wirecard ganharam 18,82%, depois de fortes depreciações geradas por um escândalo contábil na companhia, e as da Lufthansa cederam 4,55%. Os papéis da Siemens, por sua vez, avançaram 1,53%, apesar de executivos da empresas terem sido presos em uma investigação sobre suposto esquema de suborno em contratos do metrô de Milão.
Na bolsa de Milão, o FTSE MIB registrou alta de 1,86%, a 19 841,58 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,39%, a 5.017,68 pontos. As ações da Alstom, que também teve executivos presos na operação que investiga contratos do metrô de Milão, subiram 1,65%.
Na bolsa de Madri, o índice IBEX 35 fechou em alta de 1,26%, a 7 438,40. Em Lisboa, o PSI 20 avançou 0,80%, para 4.449,68 pontos.

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