Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Distrito Criativo de Vitória é possível
Cultura

Distrito Criativo de Vitória é possível

Temos uma área central rica em arquitetura, história, monumentos, negócios e profissionais criativos

Publicado em 08 de Junho de 2018 às 14:31

Públicado em 

08 jun 2018 às 14:31

Colunista

Ricardo Pandolfi*

Estou lendo o livro “História da Riqueza no Brasil”, de Jorge Caldeira, que elucida novos caminhos para a historiografia brasileira no tocante ao papel do mercado interno e da presença dos pequenos negócios no tecido empresarial. A discussão é nova porque recebe outros olhares, como a antropologia e a econometria diferentemente como estão acostumadas a ler nos livros de história, de uma sociedade voltada ao mercado externo.

Cito isso apenas para chamar atenção que os pequenos negócios são historicamente presentes no nosso dia a dia, mas que não ganharam ainda a pauta a que tem direito na economia brasileira. Ultimamente, estamos intitulando-a sob uma nova categoria - nova como classificação, mas que já existe, há um bom tempo -, a economia criativa.

Mas tem um lugar onde tudo fica mais evidente que é quando se delimita um território para desenvolver produtos turísticos, com a finalidade de aumentar o fluxo de visitantes numa determinada região

Nesses últimos quatro anos, dediquei-me a estudá-la e compreendê-la, lendo autores e vendo experiências, implantando ações nesse campo. Posso dizer que ela é o somatório do que é realizado enquanto negócios na cultura e na inovação. Não é costume perceber que todas essas atividades são empresariais e estão presentes no cotidiano de quem vai assistir a um filme ou ver uma peça de teatro. Por trás de tudo isso, há vários profissionais que passaram meses e meses se dedicando à definição de roteiros, escolha de atores, ensaios, cada etapa constituída por profissionais especialistas em suas áreas. Sem esquecer os novos formatos de gestão que as “startups” e aceleradoras estão imprimindo na forma da economia tradicional realizar negócios.

Mas tem um lugar onde tudo fica mais evidente que é quando se delimita um território para desenvolver produtos turísticos, com a finalidade de aumentar o fluxo de visitantes numa determinada região. É na ação turística talvez que melhor se materialize a versão cultural e por que não inovadora da economia criativa. No Espírito Santo, especificamente, temos uma área rica em arquitetura, história, monumentos, negócios criativos, profissionais criativos: o Centro histórico, localizado no centro da cidade de Vitória. Estamos aqui chamando essa porção territorial de distrito e as atividades nela constituída de criativas, ou seja, o nosso distrito criativo de Vitória.

*O autor é subsecretário de Estado da Cultura

 

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Ação contra furto de energia
De barbearia a propriedade rural: operação flagra furtos de energia no Sul do ES
Imagem de destaque
Nunes Marques manda Meta entregar relatório sobre 'Exército do Lula' em até 24h
Idoso de 80 anos com alzheimer desaparece em Barra de São Francisco
Idoso de 80 anos com Alzheimer desaparece em Barra de São Francisco

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.