Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Desatinos de um governo desatinado
Opinião da Gazeta

Desatinos de um governo desatinado

Não se deixe enganar pela palavra "acordo" utilizada pela gestão Temer para definir as medidas adotadas para solucionar a crise gerada pela greve dos caminhoneiros

Publicado em 25 de Maio de 2018 às 12:56

Públicado em 

25 mai 2018 às 12:56

Colunista

Brasília - O presidente Michel Temer participa do lançamento do Documento Nacional de Identificação (digital e biométrico), no Palácio do Planalto. (Marcelo Camargo/Agência Brasil) Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Não se deixe enganar pela palavra “acordo” utilizada pelo governo para definir as medidas adotadas para solucionar a crise gerada pela greve dos caminhoneiros, logo após reunião com representantes da categoria, na noite de quinta-feira (24). De um acordo, espera-se harmonia de pensamentos e ações, solução de impasses. Não é isso que se vê nas ruas de todo o país. A paralisação continua em mais de 20 Estados.

Filas em postos, farmácias sem remédios, desabastecimento em supermercados, voos cancelados e até diminuição de rondas de agentes de segurança pública são fatos incontestes de que nada voltou ao normal. O tal “acordo”, na verdade, é mais um desatino de um governo desatinado.

Encurralado – já que o país depende da malha rodoviária –, Temer tomou medidas improvisadas, que custarão aos cofres públicos cerca de R$ 5 bilhões em compensações a Petrobras. Como sabemos, o cobertor é curto: para cobrir o ônus do arranjo, terá que cortar despesas de um orçamento já apertado. E não importa que área seja contingenciada, quem pagará o pato é o contribuinte.

Este é o mais novo capítulo da incapacidade gerencial do governo Temer. O emedebista chegou à presidência sob expectativas de que, pelo menos, arrumasse a casa e implementasse reformas vitais para o país, entre elas a da Previdência. Mas naufragou em todas as tentativas. As denúncias de corrupção que pesam contra ele o deixaram ainda mais refém do Congresso. Não é exagero dizer que a agenda do governo passou a ser a própria sobrevivência.

Em um intervalo de apenas quatro dias, o país chegou à beira do abismo. E esse caos abriu brechas para uma sequência de casuísmos e manobras eleitoreiras. O Congresso pega carona na impopularidade de Temer para promover seus próprios interesses, a exemplo do deputado Rodrigo Maia e de Eunício de Oliveira. O presidente do Senado teve o disparate de viajar em meio à babel. Voltou às pressas, mas não a tempo de desfazer o recado claro de que Brasília é outro mundo, desconectado da realidade.

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Diário Oficial do Espírito Santo
Mais do que um Diário sem papel, um Estado mais conectado
Sofia Vergara pode estar vivendo novo romance com vocalista do Imagine Dragons
Sofía Vergara é flagrada de mãos dadas com cantor do Imagine Dragons após término de namoro
Lorenzo Pazolini (Republicanos) pretende dialogar com prefeitos da Grande Vitória para buscar soluções para a mobilidade urbana das cidades.
Pazolini promete conversar com prefeitos para integrar trânsito e ciclovias na Grande Vitória

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.