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Manami une localização rara com experiência de bem-estar em Guarapari

Em uma península cercada pelo mar, empreendimento promete combinar a tranquilidade de uma área reservada à conveniência de estar a um minuto da Enseada Azul

Publicado em 20 de Outubro de 2026 às 11:58

Invite.Inc

Publicado em 

20 out 2026 às 11:58
O empreendimento foi distribuído em seis blocos residenciais, com 72 apartamentos, preservando a amplitude do lugar
O empreendimento foi distribuído em seis blocos residenciais, com 72 apartamentos, preservando a amplitude do lugar Manami/Divulgação

Em Guarapari, ainda existem endereços que não podem ser reproduzidos. A Península de Guaibura é um deles. Cercada pelo oceano, entre Guaibura e Peracanga, ela reúne algo cada vez mais difícil de encontrar no litoral: natureza, privacidade e espaço, sem exigir distância da cidade. E a apenas um minuto da Enseada Azul, é ali que o Manami Ocean Living promete ocupar um dos pontos mais singulares da costa capixaba.

São 45.532 m² de península, enquanto a projeção das construções ocupa apenas 6.687,34 m². O empreendimento foi distribuído em seis blocos residenciais, com 72 apartamentos, preservando a amplitude do lugar e explorando uma característica impossível de fabricar: a vista de 360 graus para o mar.

É justamente essa condição que, para Caio Valença, diretor da Invite Inc., faz da localização um dos principais atributos do Manami. 

“Existem características que um projeto pode criar e outras que pertencem ao lugar. No Manami, temos uma condição geográfica muito particular, cercada pelo mar e próxima à Enseada Azul. O projeto foi pensado para respeitar e aproveitar essa configuração, permitindo que os moradores tenham uma relação muito próxima com tudo o que a península oferece”, afirma Caio.

A combinação entre localização, baixa ocupação do terreno, relação com o mar e disponibilidade limitada de espaços com essas características contribui para preservar não apenas a singularidade do Manami, mas também o alto valor agregado associado ao empreendimento.

“Quando falamos de um endereço como esse, estamos falando de algo que não se replica. O empreendimento pode evoluir, a região pode se desenvolver, mas a geografia permanece. Essa raridade é um atributo permanente e tem peso na percepção de valor de um imóvel ao longo do tempo”, acrescenta Caio Valença.

A localização também permite conciliar a sensação de estar em uma área reservada com a proximidade da estrutura urbana de Guarapari. A Enseada Azul, uma das regiões mais conhecidas do município, está ao lado, facilitando o acesso a serviços, gastronomia e às praias da região.

Guarapari continua despertando desejo

São 45.532 m² de península, enquanto a projeção das construções ocupa apenas 6.687,34 m².
São 45.532 m² de península, enquanto a projeção das construções ocupa apenas 6.687,34 m². Manami/Divulgação

Muito antes de o mercado imobiliário falar em lifestyle, Guarapari já fazia parte da vida dos capixabas. A cidade atravessa gerações associada às férias, aos fins de semana, aos encontros em família e ao prazer de estar perto do mar. Essa relação histórica também ajuda a sustentar o interesse imobiliário pela cidade. 

Em Nova Guarapari, levantamento apresentado em Estudo de Impacto de Vizinhança protocolado na Prefeitura apontava, em 2024, apartamentos de alto padrão com valores entre R$ 8,1 mil e R$ 11,3 mil por metro quadrado, com média próxima de R$ 9,6 mil/m².

Para Caio Valença, a evolução do mercado acrescenta novas possibilidades a uma vocação que Guarapari construiu ao longo de décadas.

“Existe uma memória afetiva muito forte em torno de Guarapari, mas hoje a cidade oferece muito mais. Ela continua tendo o mar e as praias que fazem parte da sua identidade, ao mesmo tempo em que ganha novos serviços e projetos mais qualificados. Quando isso se encontra com uma localização naturalmente limitada, como uma península, temos uma combinação muito particular do ponto de vista imobiliário”, avalia.

Viver em uma península
A proposta, segundo ele, é permitir que lazer e convivência façam parte da rotina, tendo o cenário natural da península como pano de fundo.
A proposta, segundo ele, é permitir que lazer e convivência façam parte da rotina, tendo o cenário natural da península como pano de fundo. Manami/Divulgação

Os apartamentos, de 137 m² a 210 m², terão três ou quatro dormitórios e integração entre sala, cozinha e varanda. Todas as unidades também contarão com piscina privativa aquecida. 

A experiência ainda promete ser ampliada com o Clube Manami, como aponta Caio Valença. Piscinas adulto e infantil, piscina com hidromassagem, solarium e pool bar dividem espaço com ambientes destinados aos encontros, como lounge e espaço gourmet. A proposta, segundo ele, é permitir que lazer e convivência façam parte da rotina, tendo o cenário natural da península como pano de fundo.

Mas não para por aí. O Manami terá um módulo independente dedicado ao wellness, com sala de massagem, hidromassagem, área de relaxamento, sauna e academia.

Entre Guaibura e Peracanga, o empreendimento terá também acessos às praias Jogo da Baleia e do Buzo. Portaria 24 horas, sistema de câmeras de monitoramento e controle de acesso complementam a estrutura de segurança.

Conforto que acompanha o estilo de vida

A experiência ainda promete ser ampliada com o Clube Manami Manami/Divulgação

Vale destacar que, pelo celular, será possível controlar diferentes funções da residência, inclusive acionar remotamente o aquecimento da piscina. Os apartamentos também terão infraestrutura preparada para receber recursos de automação.

A preocupação em preservar as qualidades naturais do endereço se traduz em soluções como reaproveitamento da água da chuva, painéis solares para as áreas comuns, infraestrutura para veículos elétricos e paisagismo de baixo impacto ambiental.

“Quem chega ao Manami entende isso muito rapidamente. É possível estar cercado pelo mar, ter natureza, clube, wellness e toda uma estrutura de conforto e estar conectado a tudo o que Guarapari oferece. Essa combinação entre estar resguardado e, ao mesmo tempo, perto de tudo é muito especial”, conclui Caio Valença.

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