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Investir em um consórcio ajuda a planejar compras futuras

Modalidade pode facilitar a vida de quem deseja comprar o imóvel, moto ou carro dos sonhos sem ficar endividado com isso

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Vitória
Publicado em 31/05/2021 às 15h02
O consórcio funciona como uma poupança conjunta para uma compra programada
O consórcio funciona como uma poupança conjunta para uma compra programada. Crédito: Freepik/Divulgação

Comprar o imóvel, carro ou moto dos sonhos é uma meta que pode ser facilitada com um bom planejamento quando não se dispõe do valor integral do bem ou de uma entrada que possa diluir o pagamento das demais parcelas. Afinal, ao financiar, é preciso preocupar-se com os juros, que podem fazer com que essas faturas fiquem altas demais, comprometendo o orçamento.

Fazer um consórcio pode ser uma opção, já que não existe entrada para fazer parte de um grupo de consorciados e não existe a incidência de juros sobre o valor da carta de crédito. Isso porque não se trata de um empréstimo e sim uma forma de investir o dinheiro para poder adquirir o carro, moto ou imóvel tão sonhado. “Hoje, o brasileiro está mais consciente na aquisição e prefere se planejar do que adquirir o bem imediatamente”, avalia o diretor regional de Consórcio da Embracon, Thiago Guerra.

O consórcio funciona como uma poupança conjunta para uma compra programada, e a responsabilidade de reunir um grupo de pessoas interessadas no mesmo tipo de bem é de uma administradora. E pode ser um consórcio de imóveis ou um consórcio de carros. Esse grupo paga as parcelas sem juros e de acordo com o plano escolhido, são elas que garantem a compra do item e todo mês um participante desse grupo é contemplado por sorteio ou lance, que funciona como um leilão: a maior oferta leva.

Para garantir a participação de todos nas assembleias, ou seja, nas reuniões mensais do grupo, é necessário manter o pagamento das parcelas em dia. As assembleias são organizadas pela administradora, que define qual dos participantes receberá essa carta de crédito.

Durante todo o período do pagamento do consórcio, o crédito é corrigido, garantindo poder de compra no momento da contemplação
Durante todo o período do pagamento do consórcio, o crédito é corrigido, garantindo poder de compra no momento da contemplação. Crédito: Freepik/Divulgação

Segundo o vice-presidente de negócios da Embracon, Luis Toscano, o sistema de consórcios é seguro, além de ser fiscalizado e regulamentado pelo Banco Central. Esse sistema também possui uma associação própria: a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC). “O cliente que aderir pode ficar tranquilo, que tudo o que está em contrato será entregue. O dinheiro e o sonho desse cliente estarão seguros”, destaca Toscano.

MAIS BARATO

Comparado às outras modalidades de crédito e financiamento disponíveis no mercado, o consórcio acaba sendo uma opção mais em conta, já que apesar de possuir taxas de administração, seguro e fundo de reserva, estas são menores e vêm diluídas nas parcelas. De acordo com Toscano, esses custos servem para manter o grupo e a saúde financeira do cliente contra imprevistos, como inadimplência, desemprego e atrasos. Ainda segundo ele, “esses reajustes são anuais e fixados por indicadores econômicos, como o IPCA, por exemplo, que mede a taxa de inflação e é utilizado para automóveis e consórcios de serviços. Já no caso de imóveis, é usado o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção). Assim, no final de cada ano, um percentual mínimo será acrescido às parcelas como reajuste.”

Durante todo o período do pagamento do consórcio, o crédito é corrigido, garantindo poder de compra no momento da contemplação para quem ainda não recebeu a sua carta de crédito. Além do sorteio mensal, existem outras formas de contemplação: o lance ou o lance embutido.

O lance, no consórcio, funciona como um leilão: os interessados do grupo, que não tenham atrasos e pendência financeira, oferecem um lance para adiantar as parcelas. Quem oferecer a melhor oferta na assembleia mensal recebe a carta de crédito. Já com o lance embutido é utilizado uma porcentagem da carta de crédito como parte do lance, e esse valor será abatido do total que a pessoa receber.

Toscano afirma que as chances de ser contemplado são as mesmas a qualquer momento. Ou seja, se o interessado entrar em um grupo desde o início de sua formação, as oportunidades de obter o bem são as mesmas em qualquer período do ano.

Contudo, existem diferenças de valor para quem decide ingressar em um grupo em andamento. “Casos assim dão mais chances de contemplação por lances, porque os participantes mais apressados já foram contemplados, e os lances são significativamente menores em comparação com o início dos grupos. E isso acarreta prazos menores e, consequentemente, parcelas maiores”, evidencia Toscano.

Mulher comprando carro
Quando o consorciado está com a carta de crédito, ele tem a liberdade de adquirir o bem da forma que quiser e ainda poder negociar descontos ou vantagens . Crédito: Freepik/Divulgação

PODER DE BARGANHA

Quando o consorciado está com a carta de crédito, ele tem a liberdade de adquirir o bem da forma que quiser e ainda poder negociar descontos ou vantagens na hora de adquirir o carro, casa ou moto, já que estará de posse do valor integral do bem. A única coisa que não é possível fazer é comprar um imovel com um consórcio de carro ou adquirir uma moto com um consórcio imobiliário.

Sobre segurança, Toscano ainda ressalta que o consórcio oferece garantias, com todo o modelo de compra antecipada e planejada redigidos em contrato. É importante também, de acordo com ele, antes de assinar o contrato, buscar saber quem é a administradora, que precisa estar registrada junto ao Banco Central.

“É fundamental observar se a administradora possui um relacionamento transparente com seus clientes e se todas as informações sobre os seus produtos estão descritas com clareza. É preciso consultar o Bacen, o Banco Central, para verificar se a empresa tem autorização para exercer essa atividade”, observa Toscano.

Esse levantamento pode ser feito no próprio site da instituição que comercializa o consórcio. Pesquisar o histórico da administradora é um ponto necessário também, além de acessar informações sobre a empresa na ABAC e nos órgãos de proteção ao consumidor, como o Procon e o Reclame Aqui. Neste último, inclusive, é possível consultar a reputação da empresa.

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