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Beatriz Seixas

Construção de plataformas e reparo de navios criam empregos no ES

Empreendimento do Estaleiro Jurong, em Aracruz, tem recebido muitas embarcações e se destacado nacionalmente

Publicado em 11 de Dezembro de 2018 às 23:17

Públicado em 

11 dez 2018 às 23:17
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

Embarcações no cais do Estaleiro Jurong Aracruz (EJA) Crédito: EJA/Divulgação
O cais do Estaleiro Jurong Aracruz (EJA) está tomado de embarcações e já há outras previstas para chegar ao empreendimento, que hoje é o que mais tem obras garantidas para os próximos anos entre os estaleiros em funcionamento no país.
Duas delas são as plataformas P-68 e P-71, que vão atuar no pré-sal. O casco da P-71 ainda virá da China mas, enquanto isso, outros serviços dessa unidade estão sendo executados em Aracruz. O que está a todo vapor é a construção da P-68, que encontra-se em seu pico de obras, o que tem contribuído para os 4.200 postos de trabalho no EJA. A informação é do governador Paulo Hartung, que recebeu na tarde de terça-feira (11) o presidente do estaleiro, Altaf Hossain, além de outros membros da companhia asiática.
Governador do ES Paulo Hartung reunido com o presidente do Estaleiro Jurong Aracruz (EJA), Altaf Hossain, e outros membros da empresa e do governo. Crédito: Leonardo Duarte/Governo do Estado
Segundo o governador, os investidores de Singapura estão com muito entusiasmo, mas ainda veem que no país existe um grande gargalo em relação aos tributos. “A situação tributária do Brasil faz com que o EJA perca competitividade em relação a concorrentes de outros países. Poderíamos receber serviços do Golfo do México e da África, por exemplo. Por isso, me comprometi a levar para o atual e futuro ministro da Fazenda um documento, feito pelo Jurong, que mostra essa desvantagem. Essa área é intensiva em mão de obra e é tudo o que precisamos, especialmente considerando a tecnologia e robotização que existem nesses empregos ”, frisou o governador.
 
Distorção no Sebrae
As eleições desta quinta-feira (13) para o novo quadro do Sebrae estão causando um reboliço no meio político e empresarial. Entre o setor produtivo há uma insatisfação enorme dos nomes que estão na disputa. Para um empresário, a entidade, que deveria ser voltada para atender os pleitos das empresas, está se transformando cada vez mais em uma plataforma política. “Ao longo dos anos, o Sebrae foi capturado pelo setor público. Há uma distorção total do órgão, que não tem padrão de gestão, cobrança e transparência. Essa eleição só reforça que o Sebrae virou uma secretaria de Estado.”
Investidores de volta!
Nesta quarta-feira (12) pela manhã, dois investimentos de centenas de milhões vão ser anunciados para o ES. Representantes da Randon (fabricante de reboques) e da Cacique (café solúvel) se reúnem no Palácio Anchieta com o governador Paulo Hartung.

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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