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Vitor Vogas

Marcelo quer ser reconhecido como filho adotivo de Aloízio Santos

Deputado ingressou na Justiça com pedido de adoção afetiva pós-morte. Sem os pais biológicos, ele foi criado pelo político de Cariacica, morto em 2007

Publicado em 28 de Junho de 2019 às 21:26

Públicado em 

28 jun 2019 às 21:26
Vitor Vogas

Colunista

Vitor Vogas

Aloízio Santos, candidato a prefeito de Cariacica em 2004, recebe apoio de correligionários, ao lado do filho Marcelo Santos, então no exercício do primeiro mandato na Assembleia Legislativa Crédito: Gabriel Lordêllo
O deputado estadual Marcelo Santos (PDT) quer ser oficialmente reconhecido pelo Estado brasileiro como filho adotivo de Aloízio Santos, que foi prefeito de Cariacica e morreu em 2007. Marcelo foi criado por Aloízio e sua mulher, dona Alice Coutinho, mas não tem a filiação reconhecida em seus papéis. Ele deu entrada na Justiça com pedido de adoção socioafetiva pós-morte.
“É notório que sou filho dele. Quero fazer constar na minha história a importância do Aloízio na minha vida. É uma questão muito mais afetiva e é justiça fazer isso por ele, porque foi ele quem me criou, me deu todas as oportunidades na vida, mas não tenho o nome dele nos meus documentos.”
Nascido em 1970, Marcelo perdeu a mãe no parto. Seu pai biológico não o quis. Na identidade, consta o nome da mãe biológica, Alaidia, e pai “não declarado”. Nos primeiros meses, Marcelo foi criado pelos avós maternos. Porém, muito pobres, eles não puderam continuar cuidando do neto.
Seu avô, então, entregou-o aos cuidados de Aloízio, então recém-casado com Alice, irmã de Alaidia (tia biológica de Marcelo, portanto).
Aloízio Santos (esq.), candidato a prefeito de Cariacica toma café da manhã com os filhos, incluindo Marcelo Santos (dir.), antes de sair para votar em outubro de 2004. Ele seria derrotado por Helder Salomão, naquela eleição a prefeito de Cariacica Crédito: Gabriel Lordêllo
“Não conheci meus pais. Conheci Aloízio e Alice como meu pai e minha mãe”. Hoje com 49 anos, Marcelo tem cinco irmãos de consideração, sendo o mais velho dos seis.
EM NOME DO PAI
Em 2007, Marcelo conseguiu alterar legalmente o seu nome civil, incorporando o sobrenome Santos. Segundo o deputado, ele foi notificado da decisão que acolheu seu pedido no dia do velório de Aloízio Santos, em novembro de 2007.
Legalmente, Marcelo foi tutelado, e não adotado, por Aloízio Santos. Agora, ele quer mudar isso. 

Vitor Vogas

Jornalista de A Gazeta desde 2008 e colunista de Política desde 2015. Publica diariamente informações e análises sobre os bastidores do poder no Espírito Santo

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