Hoje, a aposta do PSB para ter candidato em Cariacica é o ex-vereador
Saulo Andreon, filiado ao partido,
conforme a coluna publicou nesta terça-feira (6). O partido de Casagrande também pode apoiar o retorno de
Helder Salomão (PT), se o hoje deputado federal quiser voltar a disputar o governo da cidade (hoje, Helder não tem inclinação para isso).
A hipótese de candidatura de Jacqueline está inteiramente riscada, por dois motivos. Primeiro, a missão de Jacqueline na verdade é cumprir todo o mandato como vice e ajudar o governo até o fim. Se ela e a administração Casagrande chegarem bem a 2022, o partido aposta que ela pode abocanhar uma das 10 vagas de deputada federal que estarão em disputa naquele ano.
Segundo: fiel correligionária, Jacqueline é um “seguro” para Casagrande. Se ele, por qualquer motivo, precisar ser substituído, ela assumirá o governo seguindo 100% a direção dada por ele. Por outro lado, se ela vira prefeita, deixa a vice-governadoria, e o primeiro na linha de substituição passa a ser o presidente da Assembleia.
Hoje, o presidente da Casa é o deputado
Erick Musso (PRB), que deve buscar a reeleição ao posto no início de 2021. Erick tem aspirações eleitorais próprias e não pertence ao grupo político de Casagrande.
"A VOZ DO GOVERNO EM CARIACICA"
Jacqueline terá, no entanto, papel importante na eleição em Cariacica. Se a candidatura de Saulo se confirmar, a vice-governadora será não só cabo eleitoral. Nas palavras de um casagrandista de alta patente, será ela a “porta-voz do governo em Cariacica”.