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Judiciário

A aposta sobre quem vai ser o novo desembargador do TJES

Vaga na Corte foi aberta após a aposentadoria de Carlos Simões Fonseca

Públicado em 

08 ago 2025 às 09:09
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

Pleno do Tribunal de Justiça do Espírito Santo - TJES
Pleno do Tribunal de Justiça do Espírito Santo Crédito: Fernando Madeira
O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) publicou, na quinta-feira (7), o edital que oficializa a abertura de uma vaga de desembargador na Corte, a ser preenchida por um juiz, ou juíza, pelo critério de merecimento. 
As inscrições de interessados seguem até o próximo dia 14, mas já há um favorito: Aldary Nunes Junior, da  1ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Vila Velha.
O processo de escolha passa pela formação de uma lista tríplice, eleita pelos próprios desembargadores. Via de regra, o juiz mais votado entre os três integrantes da lista fica com o cargo.  Mas, desta vez, pode ser diferente.
A aposta sobre quem vai ser o novo desembargador do TJES
Nos bastidores, a ascensão de Aldary Nunes Junior ao segundo grau é dada como certa, já que o magistrado figurou por duas vezes consecutivas em listas tríplices ao concorrer a outras cadeiras na Corte.
Pela regra, se ele receber votos suficientes para integrar a próxima lista, mesmo que fique em terceiro e último lugar, a vaga já é dele. 
A LISTA
O edital foi publicado pelo TJES após a aposentadoria do desembargador Carlos Simões Fonseca, que também era presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES).
Ainda não há data para a realização da eleição da lista tríplice. Após as inscrições de juízas e juízes interessados, a Corregedoria faz uma análise da trajetória profissional dos inscritos e elabora um relatório, que é enviado aos desembargadores.
O voto é aberto.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiária no Gazeta Online/ CBN Vitória. Em 2008, passou a atuar como repórter da rádio. Em 2012, migrou para a editoria de Política de A Gazeta, também como repórter. Exerceu a função de editora-adjunta de 2020 até 2021, quando assumiu a coluna Letícia Gonçalves.

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