Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Leonel Ximenes

Uma visita surpreendente na praça de pedágio da BR 101 no ES

Trânsito na rodovia não chegou a ser afetado com a operação de proteção do visitante

Publicado em 04 de Agosto de 2025 às 17:30

Públicado em 

04 ago 2025 às 17:30
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes Leonel Ximenes
O tamanduá-mirim nas margens da BR 101, na região da Praça do Pedágio de Pedro Canário
O tamanduá-mirim nas margens da BR 101, na região da praça de pedágio de Pedro Canário Crédito: Ecovias 101
Quem passou pela praça de pedágio de Pedro Canário, na BR 101 Norte, na noite de sábado (2), teve uma surpresa: um tamanduá-mirim resolveu fazer uma visita inesperada ao local. O animal, aparentemente saudável, foi avistado nas proximidades da rodovia e rapidamente recebeu a atenção da equipe da Ecovias 101.
Treinados para lidar com situações envolvendo a fauna silvestre, os funcionários da concessionária agiram com cuidado e eficiência. Seguindo os protocolos de afugentamento seguro, conduziram o tamanduá até um ponto protegido, garantindo sua travessia tranquila de volta à mata.
O trânsito na rodovia, na região do pedágio de Pedro Canário, não chegou a ser alterado com a operação de proteção ao animal.

CARACTERÍSTICAS DO ANIMAL

O Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla) mede entre 87 e 110 cm e pode pesar até 7 kg. Apresenta coloração predominantemente amarelada, com duas manchas pretas que se estendem dos ombros até a região posterior do corpo. A cabeça tem um focinho alongado e uma língua longa e protrátil.
O animal, também conhecido por tamanduá-colete, tem quatro dedos nos membros anteriores, com garras longas em três destes, e cinco dedos nos posteriores, com garras curtas em cada. Assim como todos os tamanduás, não possui dentes.
Além do Brasil, é encontrado também na Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina. Seu habitat é a Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Caatinga e savanas, como o Cerrado.
Insetívoro, gosta de comer cupins, formigas, abelhas e mel, sendo que sua gestação é de 160 dias, nascendo um filhote. O tamanduá-mirim é uma das três espécies da família que predomina no Brasil, sendo as outras duas o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) e o tamanduaí (Cyclopes didactylus).

Leonel Ximenes

Leonel Ximenes Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Por que diretor da Anthropic está pedindo freio no desenvolvimento da IA
MPES investiga irregularidades nos cuidados de animais na Pedra da Cebola
MPES aponta falhas no cuidado com animais na Pedra da Cebola
Imagem de destaque
Mulher acorda com correria e encontra homem morto dentro de casa em Linhares

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados