Candidata da direita, a professora Surama Azevedo Freitas anunciou que não vai participar da consulta pública, no dia 6 de novembro, para a definição do novo reitor da Ufes. A professora do Centro de Ciências Agrárias e Engenharias (Alegre) disse que a chamada pesquisa informal não é “institucional”.
“Em coerência com os nossos princípios norteadores, de estrita observância do regramento do MEC, informamos que não participaremos da pesquisa informal dos sindicatos. Participaremos da votação oficial do Colégio Eleitoral, prevista para 5 de dezembro”, afirmou a professora em carta aberta.
A consulta pública do início de novembro terá então apenas duas candidatas: a atual vice-reitora, Ethel Maciel, e a diretora do Centro de Ciências da Saúde, Gláucia Abreu.
No dia 5 de dezembro, os três Conselhos da Ufes (Universitário, de Ensino Pesquisa e Extensão e de Curadores) votam e escolhem a lista tríplice que será enviada ao presidente da República. Bolsonaro pode optar por qualquer um dos nomes, não é obrigado a nomear o primeiro colocado, e ainda tem a prerrogativa de escolher o reitor fora dessa lista.
Fica a dúvida: por que a professora Surama não quis se submeter à consulta da comunidade universitária? Votar e ser votado é tão bom, né?
A Prefeitura de Linhares já está pagando o mês de outubro aos seus servidores. Hoje e amanhã o dinheiro está liberado.
Alguns secretários de Estado foram às redes sociais compartilhar a notícia de que uma empresa vai começar a elaborar o projeto executivo do sistema aquaviário. Na torcida para que o aquaviário saia do papel e entre finalmente na água.
O Deputado Delegado Danilo Bahiense recebeu um e-mail com uma mensagem um tanto quanto inusitada. Nela, o remetente, do Centro-Oeste do país, se apresenta, diz que soube que Bahiense foi delegado e pergunta como era um determinador servidor da área da Segurança Pública.
A pessoa explica que a mãe teve um caso com este funcionário público citado e deu à luz o rapaz. "Não quero nada de paternidade e essas coisas, só queria saber como ele era", relata o remetente.
Se continuar assim, só vão sobrar os três filhos.
O Chile não era o modelo de liberalismo que deu certo na América Latina?