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Leonel Ximenes

Gorjeta de 27,5%: Aeroporto de Vitória promete "medidas contratuais cabíveis"

Conforme a coluna mostrou, estabelecimento comercial cobrou um valor bem acima do padrão, cliente reclamou, e o dinheiro da taxa extra foi devolvido por Pix

Públicado em 

20 mar 2024 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

A nota fiscal com o valor turbinado da gorjeta
A nota fiscal com o valor turbinado da gorjeta Crédito: Divulgação
A Zurich Airport Brasil prometeu investigar a lanchonete do Aeroporto de Vitória que cobrou 27,5% de um cliente, a título de gorjeta, conforme mostrou a coluna nesta terça-feira (19). Em nota, a concessionária diz não concordar com a prática, promete apurar o caso e adotar outras providências.
“A Zurich Airport Brasil, concessionária que administra o Aeroporto de Vitória, não compactua com o percentual de cobrança de gorjeta citado na reportagem e lamenta profundamente o ocorrido”, diz o texto.
Ainda de acordo com a nota, a lanchonete Vix 3800, que cobrou o percentual de gorjeta acima do padrão, será acionada: “A concessionária irá notificar o estabelecimento para esclarecimentos e tomará as medidas contratuais cabíveis, tendo em vista que os lojistas têm obrigação, por contrato, de manter uma política de preços de acordo com as boas práticas de mercado e leis aplicáveis”, diz a Zurich Airport Brasil.

COMO ACONTECEU A COBRANÇA

Conforme mostrou a coluna, na manhã desta segunda-feira (19) um cliente foi surpreendido com o valor da gorjeta cobrado por um lanche que custou no total R$ 37. Em vez de cobrar os 10% usuais (R$ 3,70), a Vix 3800 cobrou R$ 10,15 pela taxa de serviço - o equivalente a 27,5% do valor total do consumo.
O cliente, que disse foi obrigado por uma atendente a pagar o percentual a mais, reclamou da cobrança abusiva e, por causa disso, a gerência da lanchonete devolveu ao consumidor, via Pix, os R$ 10,15 cobrados pelo serviço extra.
A gestora comercial da Vix 3800, Roseane Machado, por sua vez, reconheceu que a cobrança foi indevida, que a taxa de serviço é opcional e afirmou que demitiu o responsável pelo procedimento. “Ninguém é obrigado a pagar a taxa de serviço. Estou muito sentida com isso e peço desculpas ao cliente”, disse a gestora.

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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