Armas apreendidas em todo o Estado sendo destruídas no 38º BI.Crédito: Gazeta Online
Os cálculos são do próprio secretário estadual da Segurança Pública, Roberto Sá: proporcionalmente ao tamanho da população, são apreendidas mais armas no Espírito Santo que no conflagrado Rio de Janeiro.
Os números
Os dados são de 2018 e levam em conta a estimativa populacional do IBGE: no Espírito Santo, é apreendida uma arma a cada 1.300 habitantes (3 mil armas em 3,9 milhões de habitantes); no Estado vizinho, a relação é de uma para 1.972 (8.721 em 17,2 milhões de habitantes).
A letalidade
“Pra nossa sorte, as armas apreendidas no Rio de Janeiro, apesar de ser em menor quantidade proporcionalmente, são mais letais, como os fuzis. Aqui no Espírito Santo as armas são de menor porte e com menor poder ofensivo”, analisa o secretário.
A apreensão
Esse é um dos motivos que leva Roberto Sá a ficar muito preocupado com a liberação de armas para a população. Para ele, a situação de violência tende a piorar com essa flexibilização. “No Espírito Santo, 80% dos homicídios dolosos são cometidos por armas de fogo”, lembra.
Está na rede
Viralizou na internet um vídeo no qual um policial rodoviário alemão constrange motoristas que param na pista das rodovias para tirar fotos de pessoas mortas em acidentes.
Multa e vergonha
“Você quer ver morto? Venha cá!”, esbraveja o policial ao curioso mórbido. O motorista infrator, além de ser punido com uma multa de 138 euros (R$ 612), passa vergonha em público.
Errou, pagou
Na Serra, por exemplo, a orientação da Guarda Municipal é multar esses motoristas também. Aliás, neste ano, até 17 de maio, foram emitidas 853 notificações a motoristas que dirigem usando celular. Parte dessas multas foi aplicada aos curiosos.
Pra pensar
Fotografar pessoas mortas e/ou mutiladas em acidentes: cadê a empatia, a ética e a solidariedade humana?
Ele é fã
O jornalista Bruno Blecher, diretor de redação da Revista Globo Rural e comentarista nacional da Rádio CBN, é um entusiasta da cozinha capixaba.
Ela também
Nas suas redes sociais ele cravou um “concordo plenamente” no comentário da jornalista americana Shannon Sims, que disse que a nossa moqueca é o melhor prato do Brasil.
De olho neles
Observadores de pássaros estão observando também a ação de aprisionadores de pássaros, com gaiola e tudo, no Parque Estadual da Fonte Grande, em Vitória.
Até quando?
Toda vez que tem enchente em Vila Velha, a Maternidade de Cobilândia tem que ser evacuada. O que a prefeitura está esperando para construir a unidade de saúde em outro local (mais seguro) da cidade?
Alô, Ceturb!
Leitora da coluna que mora próximo ao Terminal de Vila Velha se diz preocupada com o estado dos pneus dos ônibus do Transcol. Muitos estão completamente carecas. Um perigo!
Tô nem aí
Motoristas sem TAG continuam passando pela Via Expressa da Terceira Ponte, à esquerda, a de acesso à Reta da Penha. O resultado é imediato: engarrafamento na via exclusiva.
Reforço na sinalização
A Rodosol bem que poderia reforçar a sinalização. Além da vertical, talvez fosse o caso de uma pintura especial na pista que fosse mais visível aos “desavisados”.
Peitando o desperdício
O vereador Peito Liso (PDT) apresentou uma emenda à Lei Orgânica Municipal que reduz de 13 para nove o número de vereadores de Domingos Martins. Tomara que os parlamentares tenham peito e aprovem essa redução.
Alô, capixabas!
O dinheiro do petróleo é a garantia de bonança no futuro ou é a certeza do desperdício no presente?
Leonel Ximenes
Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.