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Leonel Ximenes

Doação de livros ajuda animais carentes no ES

A ONG Revistaria Animal está ajudando a disseminar a literatura e a proteger animais abandonados ou de pessoas carentes

Publicado em 18 de Abril de 2019 às 19:35

Públicado em 

18 abr 2019 às 19:35
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Voluntárias da Revistaria Animal em campanha de arrecadação de fundos. Crédito: Divulgação
Um grupo de voluntários de Vila Velha se juntou, criou a ONG Revistaria Animal e está ajudando a disseminar a literatura e a proteger animais abandonados ou de pessoas carentes. Funciona assim: eles recebem doações de livros e gibis, que são vendidos em feiras, praças e eventos da cidade. O dinheiro arrecadado é utilizado para subsidiar a castração e o tratamento de animais.
O que faz a ONG
A ONG, que tem sete voluntários fixos, arrecada cerca de R$ 4 mil por mês com a venda dos livros. Além da castração, a Revistaria Animal compra vacinas, remédios e ração para cães e gatos de rua ou que vivem em abrigos. O catálogo tem 2 mil livros.
Utilidade pública
Palavrões e outras modalidades de trocas de ofensas estão fazendo parte da rotina da Câmara de Cariacica. Menores de idade e pessoas sensíveis devem guardar prudente distância
O preço da lei
Projeto da deputada federal Lauriete (PR-ES) garante celular reserva durante o conserto do aparelho no prazo de garantia. Projeto bem intencionado, mas será que não vai aumentar o custo dos aparelhos?
Modismo linguístico
No texto “Subserviência cultural”, que está no recém-lançado “Estudos de Língua Portuguesa” (Editora Cajuína), o professor José Augusto Carvalho destaca o que chama de um novo tipo de colonialismo na nossa língua.
Vergonha alheia
Como exemplo ele analisa o uso recente do termo “paralimpíada”. Segundo o linguista, o correto é o velho e bom “paraolimpíada”: “As autoridades leigas em linguística têm produzido disparates e absurdos que nos envergonham”, lamenta.
Loco não é louco
A passagem de Loco Abreu pelos gramados do Estado será marcada por uma frase definitiva: “O futebol capixaba está lá no fundo da m.”
Alô, dona Preguiça!
O ano começa hoje de novo ou é melhor começar tudo depois do feriadão da semana que vem?
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MINIENTREVISTA
“Não fui demitido. Saí por vontade própria”
Durou menos de três meses a experiência do cientista político Bruno Garschagen como assessor de Comunicação do então polêmico ministro Vélez Rodríguez, no MEC. “Saí por acreditar que era o momento adequado para retomar meu doutorado, as viagens de lançamento do meu livro novo e buscar novos desafios”, diz o capixaba de Cachoeiro.
Por que você deixou o MEC com tão pouco tempo de gestão?
Decidi sair após dois meses de trabalho, e dentro do prazo de três meses que eu havia me dado para ver se eu gostaria da experiência, por acreditar que era o momento adequado para retomar meu doutorado, as viagens de lançamento do meu livro novo e buscar novos desafios. Recebi algumas propostas de trabalho, conversei com o então ministro Ricardo Vélez Rodríguez e deixei o MEC com sua anuência e sem briga. Ao contrário do que a imprensa publicou, eu não fui demitido. Saí por vontade própria.
Não conseguiu implementar sua proposta de trabalho lá?
Chefiei uma equipe de 80 pessoas na comunicação do MEC e consegui implementar um plano de gestão que nunca houve na área. Paralelamente, junto com a equipe da redação, desenvolvemos um projeto de mudança na linguagem institucional e de aprimoramento do conteúdo para o portal, rádio, TV e redes sociais. Também aprimoramos a publicidade e conseguimos economizar milhões de reais. Foram quase três meses de intensa dedicação trabalhando 12 horas por dia em média. Tenho muito orgulho do trabalho que realizei com a equipe.
Você continuará no governo em outra função?
No momento, não. Por ora, tirei uns dias de descanso para decidir qual proposta aceitarei.
A que você atribui a queda de popularidade de Bolsonaro em tão pouco tempo?
Não estou acompanhando as notícias e, portanto, não tenho resposta.
Pensa em transformar em livro a sua experiência no MEC?
Durante o período que lá estive escrevi um diário e desenvolvi três ideias que poderão se tornar livros.
 

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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