Trecho da ferrovia que pode ser aproveitado para operação de trem de passageiros em Cariacica.Crédito: Divulgação
O prefeito Juninho (PPS) foi a Brasília e propôs à ANTT, a Agência Nacional de Transportes Terrestres, o uso da linha férrea Leopoldina para transporte de passageiros. A intenção inicial da Prefeitura de Cariacica é ligar o Terminal Campo Grande, na Rodovia Leste-Oeste, a Jardim América, na divisa com Vila Velha, com um total de quatro estações.
O projeto
O projeto prevê sete quilômetros de ferrovia passando por 14 bairros de Cariacica e beneficiando 70 mil pessoas. As quatro estações são: 1) Vila Palestina (Faça Fácil e Shopping MoXuara); 2) Campo Grande (Av. Leopoldina); 3) Maracanã (Av. Alice Coutinho); 4) Jardim América (cruzamente da Av. Leopoldina/Av. Espírito Santo).
Economia aquecida
Com o transporte ferroviário, a prefeitura espera impulsionar o turismo e o comércio na região mais populosa de Cariacica, além de integrar modais de transporte facilitando a mobilidade na Grande Vitória.
Área para a PM
O prefeito da Serra, Audifax Barcelos (Rede), enviou ontem à Câmara um pedido de autorização para doar ao Estado uma área de 4,3 mil metros quadrados, em Jacaraípe. O prefeito quer que seja construído no local um segundo batalhão da PM no município.
A estrutura
A Serra tem atualmente duas unidades grandes da PM, que são o 6º Batalhão, em Jardim Carapina, e a 14ª Cia. Independente, em Feu Rosa.
Pijamão matador
Quando foi preso pela polícia, o acusado de assassinar um empresário na Praia do Canto estava sem camisa. A família foi orientada a providenciar uma roupa provisória, e o que trouxeram foi uma camisa de pijama. E assim o criminoso foi para o presídio.
Combinou
A propósito: um comparsa do assassino tinha na camisa estampada a marca Casillero Del Diablo.
Paz, sempre
Os emoticons de armas foram retirados do WhatsApp, do Android e do iOS. Foram trocados por pistolinhas d’água. Ainda bem que nem todo mundo tem fetiche por armas.
É guerra?
Dia desses, um carro de reportagem da TV Vitória foi incendiado por bandidos em plena luz do dia. Na quinta à noite, um repórter da mesma emissora, ao vivo, foi ameaçado de morte.
A dúvida
No Espírito Santo, fazer Jornalismo virou profissão de risco?
Lembrando
O Estado é laico.
Eles lideram
Levantamento do TRE-ES, feito a pedido da coluna, apontou que homens, na faixa de 30 a 49 anos, foram maioria entre os eleitores que tiveram os títulos cancelados em maio. De um total de 45.515 cancelamentos, 25.649 são do sexo masculino.
O perfil
Foram cancelados 21.891 títulos de eleitores com idade entre 30 e 49 anos, seguidos por 14.884 títulos de votantes entre 18 e 29 anos; e 9.815 títulos de eleitores entre 50 e 70. A listagem de cancelamento não inclui eleitores com menos de 18 anos e mais de 70, porque nessa faixa etária o voto é facultativo.
3 em 78
Apesar do número de eleitoras representar 52,3% do colégio eleitoral capixaba, em apenas três cidades o cancelamento de títulos de mulheres foi maior do que o de homens: Itarana, João Neiva e Mucurici.
A regra
O cancelamento de títulos é periódico e restrito aos eleitores que não compareceram às três últimas votações. Para regularizar a situação, é necessário procurar o cartório eleitoral mais próximo da residência.
Derretendo o bolso
Uma marca de chocolate tipo premium, com fábrica na Serra, diminuiu o peso da barra (de 100 para 80 gramas) e ainda aumentou o preço do produto. Cadê o espírito do cacau, gente?
A favor
Em nota à coluna, a Associação Turística de Pedra Azul (ATPA) e o Montanhas Capixabas Convention & Visitors Bureau afirmam que apoiam a realização do Cafe De La Musique, que será realizado em Pedra Azul, entre 20 e 22 de junho. O evento está sendo contestado por alguns moradores e empresários da região.
Trabalho embargado
Também em nota, o Iema informa que embargou a terraplanagem da área onde será realizado o evento, em São Paulinho do Aracê, porque “o serviço estava sendo executado sem o devido conhecimento do órgão”. O órgão ambiental diz que agora aguarda a regularização do serviço.
Orgulho capixaba
A juíza Trícia Navarro acaba de se tornar a primeira pós-doutora do Departamento de Processo Civil da USP.
Moqueca e literatura
O moquequeiro Nhozinho Matos, que saiu de Meaípe, em Guarapari, para prestigiar a palestra do jornalista Leonencio Nossa, ontem de manhã no auditório da Rede Gazeta, trocou gentilezas com o autor da biografia de Roberto Marinho.
Troca de talentos
Nas folhas iniciais do livro que comprou, Nhozinho escreveu, carinhosamente: “Leonencio Nossa, me ensina a escrever o livro que eu te ensino a fazer moqueca. O Roberto Marinho vai me ensinar a faturar”.
Ler é viver
No autógrafo, logo abaixo da mensagem do moquequeiro de 74 anos, Leonencio respondeu: “Ao Nhozinho, este livro que pode não ter o gosto de uma moqueca, mas pode também causar prazer”.
Verão sem fim
Ontem, por volta das 15h30, o termômetro digital da Ponte de Camburi marcava 34 graus.
Alô, Bolsonaro!
Seu cartão fidelidade é vinculado aos passageiros ou às empresas aéreas?
Leonel Ximenes
Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.