Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Revezamento 4x100m

"Não estávamos com perna para correr uma boa marca", diz Paulo André

Esperança de medalha para o atletismo brasileiro em Tóquio, revezamento 4x100m deu adeus aos Jogos com atuação decepcionante

Publicado em 05 de Agosto de 2021 às 06:02

Públicado em 

05 ago 2021 às 06:02
Filipe Souza

Colunista

Filipe Souza

Com o capixaba Paulo André Camilo, Brasil é eliminado no revezamento 4x 100m
Com o capixaba Paulo André Camilo, Brasil foi eliminado no revezamento 4x 100m Crédito: Vitor Jubini
Por conta de resultados significativos nos últimos anos, como o ouro no Mundial e no Pan-Americano de Lima, ambos em 2019, o conjunto masculino brasileiro no revezamento 4x100m chegou aos Jogos Olímpicos de Tóquio como uma esperança de medalha, mas no fim o resultado acabou sendo decepcionante.
Na noite desta quarta-feira (04), no Olympic Stadium, o conjunto formado por Rodrigo Nascimento, Felipe Bardi, Derick Silva e pelo capixaba Paulo André Camilo fechou a prova em 38s34, apenas o 12º melhor tempo da classificatória, resultado insuficiente para levar o Brasil à disputa por medalha.
No fim da prova, Paulo André Camilo foi sincero e afirmou que faltou perna. “A gente fez o que o treinador mandou. A verdade é que o revezamento é composto por muitas coisas. Nossa passagem de bastão é excelente, a gente conseguiu fazer uma passagem boa. Erramos mesmo na perna, não estávamos com perna para correr uma boa marca”, afirmou o capixaba.  
Com três anos de um novo ciclo olímpico pela frente, Paulo André e a equipe brasileira levam aprendizado já mirando as Olimpíadas de Paris, em 2024. “Agora é trabalhar. Sair de cabeça erguida para trabalhar e chegar em Paris com o nosso melhor e brigar por medalha. Aprendizado a gente leva que tem que estar pronto é aqui. Tem que haver mudança para que a gente possa chegar na Olimpíada bem. Tem que ter planejamento, sentar para ver quais pontos a gente tem que visar, montar um planejamento”, destacou o capixaba.
Até o momento, o atletismo brasileiro conquistou duas medalhas de bronze. Uma com Thiago Braz no salto com vara e outra com Alisson Santos, o Piu, nos 400m com barreiras.

Filipe Souza

Jornalista da Rede Gazeta desde novembro de 2010, já atuou na CBN Vitória e como editor no site e de Esportes, na edição impressa. Desde 2019, mantém o cargo de editor de Esportes, agora do site A Gazeta, onde é também colunista. Antes trabalhou na Rádio Espírito Santo. É formado em Jornalismo pela Estácio de Sá.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Justiça
Júri decide que morte de bebê no ES com golpe de tesoura não foi intencional
Pescador de Conceição da Barra desaparece de barco em alto-mar
Nathan Saliba prestou homenagens ao meia Koné, que sofreu grave lesão na partida entre Canadá e Catar
Com dois a mais, Canadá goleia Catar e conquista primeira vitória em Copas

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados