A proposta capixaba tem dois pontos fundamentais: 1. retira a condição de teto de gastos caso estados bem organizados fiscalmente queiram aderir ao Propag; 2. o governo capixaba propõe que o índice de endividamento seja levado em conta na hora de acessar o fundo de equalização federativa (que será formado com a separação de uma parte dos juros pagos pelos estados à União, algo próximo de R$ 7 bi por ano). Pela proposta atual, os critérios utilizados são os mesmos do Fundo de Participação dos Estados, que não é favorável ao Espírito Santo. O governo capixaba quer que os pesos fiquem assim: 60% para quem estiver melhor na proporção dívida/receita corrente líquida e 40% usando os critérios do FPE.