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Leonel Ximenes

Cabo Daciolo pediu emprego para primo em Vila Velha

Publicado em 11 de Outubro de 2018 às 17:27

Públicado em 

11 out 2018 às 17:27
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Apesar da boa relação do prefeito Max Filho com Cabo Daciolo, o pedido do deputado federal do Rio de Janeiro não foi atendido. Crédito: Divulgação
Os assuntos mundanos também preocupam o messiânico Cabo Daciolo. A coluna apurou que no ano passado ele ligou para Max Filho (PSDB), de quem foi colega na Câmara dos Deputados, para pedir emprego para um primo que mora em Vila Velha. O prefeito acabou não atendendo o ex-presidenciável. Glória!
Conselho espiritual
Logo após deixar o PSOL, por onde foi eleito em 2014, Cabo Daciolo ficou muito revoltado e começou a “amaldiçoar” a legenda esquerdista. O então deputado federal capixaba, com muito jeito, convenceu o colega do Rio de Janeiro a “abençoar” seus ex-companherios do PSOL. Daciolo seguiu o conselho de Max Filho e parou de criticar seu ex-partido.
Au!
Em discurso no plenário da Casa, a deputada reeleita Janete de Sá (PMN) afirmou que os animais terão voz e vez na Assembleia.
Os quatro de Max
Na briga interna do PSDB, Max Filho levou a melhor sobre César Colnago. O grupo político do prefeito, derrotado na convenção tucana no ano passado, elegeu quatro deputados estaduais: Carlos Von (hoje no Avante), Majeski (agora no PSB), Luciano Machado (no PV) e Emílio Mameri (PSDB).
Os dois de César
O grupo do vice-governador, que foi vitorioso na convenção, emplacou apenas dois eleitos: Vandinho Leite e Marcos Mansur, ambos do PSDB.
Recordar é viver
Não é a primeira vez que Ricardo Ferraço (PSDB) amarga um quarto lugar na corrida para o Senado. Em 2002, ele ficou atrás de Magno Malta e Gerson Camata (os eleitos) e João Coser.
Sorriso amarelo
As redes sociais foram tomadas por candidatos derrotados agradecendo aos eleitores a votação obtida. E todos muito sorridentes.
Teve altos?
Teve um candidato a deputado estadual com 308 votos que chegou a dizer que a campanha dele “teve altos e baixos”.
Unidos na derrota
Pai e filho que disputaram o mesmo cargo (deputado estadual) não foram bem nas urnas. Francis Tulipa superou o desempenho do pai, Júlio Pimenta, por 50 votos: 629 x 579.
Paulistas chegando
Em novembro chega à Serra mais um grande investidor da área de medicamentos, higiene pessoal e dermocosméticos. A empresa paulista, que é uma das quatro maiores do país, vai se instalar em Portal de Jacaraípe. O espaço terá capacidade para armazenar, por mês, 176 mil itens
Mineiros de olho
Também tem empresa mineira de olho na Serra, para abrir um centro de distribuição. As negociações estão em fase final. A expectativa é de que a companhia, que atua há mais de um século na produção de medicamentos, dermocosméticos e no setor de beleza, também se instale em Portal de Jacaraípe.
Contarato lacrou
Fabiano Contarato (Rede), eleito para o Senado, teve mais votos do que a candidata a presidente do seu partido, Marina Silva, em todo o país. Marina teve 1.069.538 votos, enquanto Contarato somou 1.117.036.
Contarato presidente!
Aliás, Contarato teve mais votos também do que os presidenciáveis Álvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Vera (PSTU), Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL).
Deus existe
Magno Malta disse que sua derrota foi “vontade de Deus”.
Jornada dupla
Eleita deputado federal com 57.741 votos, Dra. Soraya (PSL), que é ginecologista, pretende continuar a trabalhar às segunda-feiras em seu consultório a partir do ano que vem, quando vai tomar posse na Câmara.
Fala, Dra. Soraya!
Neófita na política e meio tímida, Dra. Soraya planeja fazer um curso de oratória. “Ela quer ser uma parlamentar ativa”, explica Manato, seu marido, o patrocinador da candidatura dela.
Vasco não foi vice
Vasco Alves mais uma vez não foi feliz nas urnas em Vila Velha, onde já foi prefeito. Vasquinho obteve apenas 4.675 votos (1,99% do total) para deputado federal. Não deu nem para ser vice – ficou em 14º lugar.
Alô, PSDB!
Não seria melhor trocar o símbolo do partido de tucano para traíra?
 

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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