Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Teleconsultas devem continuar mesmo com fim de emergência para a Covid
Diagnóstico à distância

Teleconsultas devem continuar mesmo com fim de emergência para a Covid

Marcelo Queiroga afirmou que a medida vai inclusive ampliar a prática da telemedicina no país

Publicado em 18 de Abril de 2022 às 17:30

Agência FolhaPress

Publicado em 

18 abr 2022 às 17:30
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, vai reeditar a portaria que permitiu a realização de consultas e diagnósticos a distância no Brasil depois da explosão da epidemia do coronavírus.
Ele afirmou à coluna que a medida vai inclusive ampliar a prática da telemedicina no país, prevendo teleconsulta, monitoramento de tratamentos, diagnósticos e a realização de procedimentos de radiologia e de cardiologia à distância.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Crédito: Walterson Rosa/MS
A prática sempre causou polêmica do Brasil. Ele afirmou à coluna, porém, que sua eficácia ficou comprovada durante a epidemia da Covid-19. Em 2018, o Conselho Federal de Medicina (CFM) chegou a baixar uma resolução para regulamentar o atendimento à distância.
Em meio a críticas, porém, a entidade decidiu revogar a norma, atribuindo a decisão ao alto número de propostas encaminhadas para alteração na resolução e "ao clamor de inúmeras entidades médicas, que pedem mais tempo para analisar o documento e enviar também suas sugestões".
O assunto ficou em banho-maria, até que a Covid-19 exigiu medidas extremas de isolamento –e a adaptação da área médica, que recorreu à tecnologia para fazer teleconsultas e seguir com tratamentos para os quais a presença física do paciente não era imprescindível.
Quando foi anunciada pelo CFM em há três anos, a possibilidade de liberação de um maior número de atendimentos online foi alvo de críticas de conselhos regionais de medicina e outras entidades médicas.
A maior parte delas dizia respeito às consultas não presenciais e à segurança dos dados. A AMB (Associação Médica Brasileira) foi uma das que pediu revogação da resolução. Segundo a entidade afirmava à época, a responsabilização por eventuais erros médicos que poderiam ser cometidos com a consulta à distância era uma das grandes preocupações das entidades.
Os dirigentes davam o exemplo de uma pessoa que sente dor de cabeça, sem dar maior importância ao que pode ser a manifestação de um aneurisma ou de pressão arterial elevada –o que poderia ser detectado com maior rapidez em um exame físico, pilar da relação entre o médico e o paciente.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Medalha de ouro e eleita a melhor do World Drinks Awards 2026, a Dose Clássica ‘Blend Nº2 Nelson Duarte’ é produzida em Aracruz
Cachaça capixaba se consagra e recebe prêmio internacional na Inglaterra
Imagem de destaque
Grandes áreas em negociação: Contorno de Jacaraípe é o novo vetor da Serra
Imagem de destaque
Horóscopo do dia: previsão para os 12 signos em 18/06/2026

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados