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No Rio de Janeiro

Suspeitos de traficar drogas dentro de caixões e cadáveres são presos

Trio realizava a forma inusitada de transporte de drogas para levar o material do Rio de Janeiro para Minas Gerais; suspeitos foram presos nesta segunda-feira (5)

Publicado em 06 de Fevereiro de 2024 às 07:19

Agência FolhaPress

Publicado em 

06 fev 2024 às 07:19
Os suspeitos distribuíam drogas usando carros funerários, caixões, urnas funerárias e até cadáveres, diz a Polícia Civil.
Os suspeitos distribuíam drogas usando carros funerários, caixões, urnas funerárias e até cadáveres, diz a Polícia Civil. Crédito: Reprodução/TV Globo
Três pessoas suspeitas de fazerem parte de uma organização de tráfico de drogas que atuava no Rio de Janeiro e em Minas Gerais foram presas nesta segunda-feira (5).
Os suspeitos distribuíam drogas usando carros funerários, caixões, urnas funerárias e até cadáveres, diz a Polícia Civil. A estratégia era usada para passar pelas barreiras policiais e levar o material do Rio de Janeiro para Governador Valadares, em Minas Gerais. Cerca de R$ 350 milhões foram movimentados pelo grupo nos últimos anos.
Dois homens e uma mulher foram presos em Sepetiba, bairro na zona oeste do Rio de Janeiro. Eles eram responsáveis pela organização, compra, venda e distribuição das drogas, segundo o delegado Ângelo Lages.
O trio é suspeito de executar ordens do líder da organização, que foi preso em outra operação. Um dos presos seria braço direito do chefe da facção e também é investigado por homicídios. A mulher e o terceiro detido, irmã e cunhado do líder, negociavam e direcionavam os entorpecentes e a lavagem de dinheiro, segundo a Polícia Civil.
O grupo tinha mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça de Minas Gerais. Essa organização foi responsável por obrigar um toque de recolher a moradores de Governador Valadares (MG) em represália à morte de um dos integrantes da facção. Eles eram considerados foragidos.
As prisões foram efetuadas com êxito e sem disparos, segundo a polícia. Os agentes localizaram os suspeitos após um trabalho de inteligência e cruzamento de informações entre as Polícia Civil do RJ e de MG, além da Polícia Federal.

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