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Operação "Pão Nosso"

Subsecretário investigado na Lava jato é preso no aeroporto do Galeão

Marcos Vinicius Lips era alvo da operação e estava nos Estados Unidos

Publicado em 17 de Março de 2018 às 14:04

Publicado em 

17 mar 2018 às 14:04
A Polícia Federal cumpriu um mandado de prisão preventiva que havia sido emitido na última terça-feira (13), como parte da Operação "Pão Nosso" Crédito: Reprodução/Sindicato dos Delegados da Polícia Federal
O advogado Marcos Vinícius da Silva Lips, ex-subsecretário de Tratamento Penitenciário, da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), foi preso na manhã deste sábado (17) ao desembarcar no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. A Polícia Federal cumpriu um mandado de prisão preventiva que havia sido emitido na última terça-feira (13), como parte da Operação "Pão Nosso", um desdobramento da Lava-Jato. Lips, que estava nos Estados Unidos, é acusado de fazer parte de um esquema de propina no fornecimento de alimentos para os mais de 50 mil presos fluminenses.
Lips era parte do esquema investigado pela "Pão Nosso", um desdobramento da Lava-Jato no Rio, em que se analisou o desvio de verbas em contratos assinados na distribuição de alimentos para presos no estado. De acordo com o Ministério Público Federal, as fraudes, que teriam ocorrido entre 2007 e 2014, teria desviado R$44 milhões de contratos que valiam R$ 73 milhões.
As propinas eram pagas a Lips e a Cesar Rubens Monteiro de Carvalho, ex-secretário da Seap, para garantir que a secretaria comprasse alimentos fornecidos em embalagens de alumínio em permanente caráter de urgência, com dispensa de licitação ou concorrência fraudulenta.
Lips conheceu o coronel Cesar Rubens praticando jiu-jitsu. Cesar, então passou a promover Lips dentro da Seap, até que o advogado (que chegou a se candidatar a deputado estadual) se tornou responsável pelo recebimento e repasse de propinas no esquema. Lips receberia os pagamentos feitos por Felipe Paiva, dono do Esch Café, através da empresa laranja Iniciativa Primus. Ele então distribuía os valores para os envolvidos na fraude.

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