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Coronavírus

'Sem a vida humana nada se compra nem se vende', diz Sarney

Ex-presidente afirma que a Covid-19 está no rol das ameaças ao futuro da humanidade já que é uma das doenças desconhecidas

Publicado em 26 de Março de 2020 às 17:26

Redação de A Gazeta

Publicado em 

26 mar 2020 às 17:26
O ex-presidente José Sarney postou uma nota em seu site em que critica o presidente Jair Bolsonaro pela postura que tem adotado diante da crise do coronavírus.
Ex-presidente da República José Sarney
José Sarney foi presidente da República de 1985 a 1990 Crédito: Jane de Araújo/Agência Senado
"Sem a vida humana nada se compra nem se vende", diz Sarney.
Nos últimos dias, Bolsonaro tem repetido que a pandemia está sendo tratada com "histeria" no Brasil e insistido na volta das pessoas à vida normal para preservar a economia.
Sarney afirma que a Covid-19 está no rol das ameaças ao futuro da humanidade já que é uma das doenças desconhecidas. "A visão dos cientistas é unânime de que foram elas as responsáveis pelo desaparecimento de muitas espécies", diz ele.
"Ela não ameaça apenas nações, mas a espécie humana, assim como o Ebola e a Aids, sempre sob cerco e severa vigilância", diz ainda o ex-presidente.
"É difícil e impossível compreender que o Presidente da República, tão bem assessorado, ignore essa verdade científica. É hora de harmonizar a nação, evitar conflitos e buscar a paz social. Para essa tarefa é insubstituível o Presidente da República. A discórdia e a dissensão em nada ajudam o País", finaliza.
Leia abaixo a íntegra da nota de Sarney:
"No rol das ameaças ao futuro da humanidade estão as doenças desconhecidas. A visão dos cientistas é unanime de que foram elas as responsáveis pelo desaparecimento de muitas espécies.
A COVID-19, causada pelo vírus SARS-CoV-2, é considerada uma das doenças que constitui ameaça dessa ordem. Daí a linha vermelha que acendeu, por ser a primeira grande pandemia na era da comunicação, do tempo real, da velocidade e da globalização. Ela não ameaça apenas nações, mas a espécie humana, assim como o Ebola e a Aids, sempre sob cerco e severa vigilância.
É difícil e impossível compreender que o Presidente da República, tão bem assessorado, ignore essa verdade científica. É hora de harmonizar a nação, evitar conflitos e buscar a paz social. Para essa tarefa é insubstituível o Presidente da República. A discórdia e a dissensão em nada ajudam o País."

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