Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Seis PMs são afastados do serviço operacional após mortes em Paraisópolis
São Paulo

Seis PMs são afastados do serviço operacional após mortes em Paraisópolis

Porta-voz da corporação diz que até o momento 'não há nenhuma evidência de erro'

Publicado em 03 de Dezembro de 2019 às 08:29

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 dez 2019 às 08:29
Polícia Militar de São Paulo Crédito: Divulgação/blog PMSP
Seis policiais militares foram afastados dos serviços operacionais enquanto a morte de nove jovens na madrugada deste domingo (1º), na favela de Paraisópolis (zona sul da capital paulista), é investigada pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PM. Os jovens morreram após serem pisoteados durante uma intervenção da Polícia Militar na festa que reunia cerca de 5.000 pessoas.
A Polícia Militar confirmou a informação nesta segunda-feira (2), porém, usando o termo "preservados" aos policiais que ficarão fora das ruas. "Os PMs não serão afastados, mas sim preservados [dentro do batalhão] neste momento. Não há, até agora, nenhuma evidência de erro por parte dos policiais", afirmou o tenente-coronel Emerson Massera, porta-voz da corporação
A Ouvidoria das policias (Civil e Militar) pediu o afastamento dos seis PMs, nesta segunda. "É preventivo afastar os policiais envolvidos na ocorrência em razão da complexidade dela", afirmou o ouvidor Benedito Mariano. 
Parentes de vítimas e sobreviventes acusam os policiais militares de encurralarem os frequentadores do baile e depois agredi-los em vielas. 
PMs afirmam que perseguiam suspeitos em uma moto. Eles teriam entrado no baile e atirado contra os policiais, causando correria. 
A Polícia Militar afirmou que está investigando possíveis excessos e que um inquérito na Polícia Civil apura a o caso. 
Defensoria oferece ajuda  A Defensoria Pública de São Paulo disse em nota que está à disposição dos parentes das nove vítimas que morreram em Paraisópolis, para a realização de atendimentos individualizados e em domicílio. 
O órgão também destacou que organiza, para os próximos dias, um plantão de atendimento na própria comunidade onde houve a tragédia, para atender moradores da região. "Após esses passos iniciais, a Defensoria irá analisar as medidas cabíveis, incluindo eventuais pedidos de indenização e de atendimentos psicológicos, sem prejuízo do acompanhamento das investigações e apurações já em curso sobre o grave episódio", diz trecho de nota. 
A Defensoria ainda afirma que seu Núcleo Especializado de Cidadania e Direitos Humanos acompanha outros casos em que pessoas ficaram gravemente feridas por conta de lesões supostamente provocadas por policiais em festas de rua.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

TJES Tribunal de Justiça
Tribunal do ES publica aposentadoria de juiz condenado por esquema de herança
Imagem de destaque
Trabalho infantil: da era dos direitos às propostas de retrocesso
Hélvia e Marcos Abaurre
Empresa de soluções familiares do ES celebra 25 anos com festa em Vitória

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados