Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Saúde perdeu R$ 500 milhões para fundo eleitoral, diz ministro
Realocação

Saúde perdeu R$ 500 milhões para fundo eleitoral, diz ministro

Comissão do Congresso Nacional aprovou na quarta-feira o relatório preliminar da Comissão Mista de Orçamento (CMO)

Publicado em 05 de Dezembro de 2019 às 19:48

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 dez 2019 às 19:48
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta Crédito: Wilson Dias/Agência Brasil
O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse ter sido "surpreendido" nesta quinta-feira (04) com a retirada de cerca R$ 500 milhões de recursos da pasta após a aprovação do relatório preliminar do Projeto de Lei Orçamentária de 2020 na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional. Segundo ele, esse valor teria sido deslocado da saúde para abastecer o Fundo Eleitoral de Financiamento de Campanha, o chamado fundo eleitoral, que foi ampliado de R$ 2 bilhões para R$ 3,8 bilhões.
"Infelizmente, ontem, nós fomos surpreendidos para a retirada de R$ 500 milhões da saúde, do Orçamento, para poder alocar no fundo eleitoral, sendo que a saúde, eu tenho certeza, os prefeitos estão aqui, vai ser o principal tema da eleição de 2020 em todos os municípios. Com esses R$ 500 milhões, podem ter certeza que a gente poderia fazer muito mais e fazer chegar de uma maneira muito mais intensa para que vocês possam entregar as realizações em 2020", disse o ministro em Bento Gonçalves (RS), na tarde desta quinta-feira (05), onde participava da 55ª Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, ao lado do presidente Jair Bolsonaro. Ele pediu que o aumento do fundo eleitoral fosse revisto e os recursos para a área de saúde restituídos ao Orçamento do ano que vem.
O parecer preliminar do relator-geral, deputado Domingos Neto (PSD-CE), foi aprovado em votação simbólica. No relatório, ele destacou que houve um pedido, via ofício, "assinado por presidentes de partido e por líderes partidários que representam a maioria dos parlamentares", solicitando a recomposição dos recursos do fundo eleitoral constantes da proposta orçamentária originalmente encaminhada pelo Poder Executivo.
O parecer levou em conta uma elevação na perspectiva de receitas da União, com repassa de dividendos de estatais maior do que o que o governo previu na versão inicial do projeto.
Pelo cronograma da CMO, será preciso votar o parecer final do deputado federal Domingos Neto até o dia 17. Após a votação, a proposta orçamentária deverá ser encaminhada para análise em sessão plenária do Congresso Nacional.
Com informações de Agência Brasil

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Vibra Rock foi um sucesso na edição 2025 e traz novidades neste ano
Vibra Rock 2026 amplia experiências e terá ações para celebrar os 50 anos da TV Gazeta
Saber desistir de um projetos fracassados é uma decisão lucrativa para empresas: sair rápido do erro é estratégia
Agilidade financeira: a arte lucrativa de matar rapidamente uma ideia ruim
Imagem de destaque
Tarot do dia: previsão para os 12 signos em 30/04/2026

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados