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Rio de Janeiro

Polícia mata quatro pessoas e prende uma após perseguição na Baixada Fluminense

O homem preso e um dos mortos foram apontados pela polícia como lideranças criminosas das comunidades do Sebinho e Vila Norma

Publicado em 13 de Outubro de 2025 às 08:52

Agência FolhaPress

Publicado em 

13 out 2025 às 08:52
Fuzis e pistolas que teriam sido apreendidos pela PM em ação na Baixada Fluminense
Fuzis e pistolas que teriam sido apreendidos pela PM em ação na Baixada Fluminense Crédito: @PMERJ no X
Uma perseguição policial terminou com quatro pessoas mortas e uma presa na manhã deste domingo (12) na Baixada Fluminense, região metropolitana do Rio de Janeiro. A Polícia Militar afirma que agentes do 20º BPM (Batalhão de Polícia Militar) faziam patrulhamento no entorno da comunidade da Chatuba, no município de Mesquita, quando tentaram abordar um veículo Honda HR-V que estaria saindo do local em direção ao Complexo do Chapadão, zona norte do Rio.
Segundo as informações oficiais, os ocupantes do carro não respeitaram a ordem de parada, e um cerco foi iniciado. A polícia afirma que, nesse momento, o grupo disparou contra a guarnição e que os agentes reagiram. Após o suposto confronto, o veículo foi interceptado no bairro Olinda, que pertence a Nilópolis e fica entre Mesquita e a zona norte do Rio. "Após verificação, constatou-se que o veículo utilizado era roubado. O local está sendo preservado e aguarda a chegada da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense para a perícia", declarou a PM na tarde deste domingo.
O homem preso e um dos mortos foram apontados pela polícia como lideranças criminosas das comunidades do Sebinho e Vila Norma. A PM ainda disse que apreendeu dois fuzis e duas pistolas após a perseguição. "A ação cirúrgica e profissional dos policiais militares do 20º Batalhão vai provocar um baque muito forte na facção criminosa que atua na região da Baixada Fluminense e na zona norte do Rio", afirmou, em nota, o secretário da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Marcelo de Menezes.
"A nossa tropa está orientada a não dar trégua aos criminosos que montam suas bases em comunidades carentes e aterrorizam toda a sociedade. A partir de hoje, são menos criminosos e menos armas circulando nas vias urbanas", acrescentou. O caso ocorre dois dias após uma megaoperação das forças de segurança do Rio terminar com sete mortos e 19 presos. Essa ofensiva foi realizada contra a expansão do Comando Vermelho em 15 comunidades, segundo o governo estadual.
Seis das sete mortes ocorreram no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, zona norte do Rio, e uma na comunidade da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada. A Polícia Civil disse que houve confronto. Antes, na quinta (9), em outra ação policial foi morto Ygor de Freitas Andrade, o Matuê, que seria vinculado ao Comando Vermelho. Ele era suspeito de comandar o tráfico das comunidades da Gardênia Azul e Chacrinha, na zona sudoeste do Rio, e de envolvimento com o grupo acusado da morte de três médicos em um quiosque da Barra da Tijuca, em 2023.

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