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Gestão de Ricardo Barros

PF faz operação contra fraudes na compra de medicamentos de alto custo e apura relação com 14 mortes

As compras que estão na mira da PF foram efetuadas entre 2016 e 2018, quando Barros era ministro da Saúde, e teriam causado um prejuízo de cerca de R$ 20 milhões

Publicado em 21 de Setembro de 2021 às 13:18

Agência FolhaPress

Publicado em 

21 set 2021 às 13:18
O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR) disse que no encontro com Bolsonaro, o deputado Luis Miranda levou cópias de reportagens sobre o suposto envolvimento em contratos firmados com a empresa Global Saúde.
O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR) Crédito: Pedro França/Agência Senado
Funcionários do Ministério da Saúde na gestão de Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara dos Deputados, são alvos de busca e apreensão da Polícia Federal nesta terça (21) em uma investigação sobre fraudes na aquisição de medicamentos de alto custo.
Segundo a PF, as possíveis fraudes durante o período teriam a intenção de beneficiar a Global, sócia da Precisa Medicamentos, que está na mira da CPI da Covid por irregularidades na compra da vacina Covaxin.
De acordo com a polícia, os problemas nas compras dos medicamentos causaram desabastecimento por vários meses e podem ter resultado na morte de 14 pacientes.
Entre os alvos estão Davidson Tolentino e Tiago Queiroz, que atuavam na diretoria de Logística do ministério por indicação de Barros.
As compras que estão na mira da PF foram efetuadas entre 2016 e 2018, quando Barros era ministro da Saúde, e teriam causado um prejuízo de cerca de R$ 20 milhões pela falta de entrega dos medicamentos adquiridos.
São investigadas as compras pela diretoria de Logística em Saúde da pasta dos medicamentos Aldurazyme, Fabrazyme, Myozyme, Elaprase e Soliris/Eculizumabe.
Ao todo, a PF cumpre 15 mandados de busca e apreensão em cidades de AlagoasMinas GeraisPernambucoSão Paulo e no Distrito Federal.
A investigação apura os crimes de fraude à licitação, estelionato, falsidade ideológica, corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e corrupção ativa.
Em nota, Ricardo Barros afirma que não é alvo da investigação e que não "se comprovará qualquer irregularidade" em sua gestão no Ministério da Saúde. Segundo ele, as compras foram feitas dentro das regras e tiveram decisões favoráveis na Justiça.
O líder do governo diz ainda que não há relação entre a morte de 14 pacientes com os problemas na entrega dos medicamentos adquiridos.

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