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Vice-presidente

Mourão é vacinado com primeira dose da Coronavac em Brasília

O vice-presidente Hamilton Mourão tem 67 anos de idade e se imunizou três dias após início da vacinação para pessoas da faixa etária dele na capital federal

Publicado em 29 de Março de 2021 às 15:16

Agência Estado

Publicado em 

29 mar 2021 às 15:16
Mourão publicou foto da própria imunização nas redes sociais
Mourão publicou foto da própria imunização nas redes sociais Crédito: Reprodução/Twitter/General Hamilton Mourão
vice-presidente Hamilton Mourão foi vacinado nesta segunda-feira (29), com a primeira dose da Coronavac, vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. De manhã, Mourão, de 67 anos, já havia anunciado que iria ser vacinado hoje contra a covid-19.
"É importante que todos sejam vacinados. Cada um dentro da sua vez, chegando a sua hora dentro da fila bonitinho, direitinho", disse a jornalistas após ser vacinado. "A vacina é tranquilinha, não dói. O pessoal pode vir tranquilo, rapidinho", acrescentou.
A vacina Coronavac recebida pelo vice-presidente é uma das duas em aplicação no País contra a covid-19. O imunizante foi chamado de "vacina chinesa de Doria", pelo presidente Jair Bolsonaro, que por diversas vezes colocou em dúvida a segurança do imunizante.
Do alto escalão do governo, já foram vacinados os ministros Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, de 73 anos, e Paulo Guedes, da Economia, de 71 anos. Nas redes sociais, Mourão destacou ter feito "sua parte como cidadão" ao se vacinar. "Hoje fiz minha parte como cidadão consciente e recebi a primeira dose da vacina contra a COVID-19 (Coronavac). Espero que, em breve, o maior número possível de vacinas cheguem à população brasileira", escreveu.
Na conversa com jornalistas após ter sido imunizado, Mourão evitou comentar o pedido de demissão do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. "Esse assunto não vou comentar", disse. Em janeiro, o vice-presidente chegou a dizer que Araújo poderia ser trocado como parte de mudanças na equipe ministerial Na época, Bolsonaro negou a possibilidade.

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