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Durante pandemia

Mourão diz que risco da Copa América no Brasil é menor que na Argentina

Questionado sobre os riscos de realizar a competição no Brasil, o vice-presidente ponderou que os estádios estarão vazios e que a dimensão territorial do Brasil é uma vantagem

Publicado em 31 de Maio de 2021 às 14:16

Agência FolhaPress

Publicado em 

31 mai 2021 às 14:16
O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) se encontra com o governador Renato Casagrande no Palácio Anchieta.
O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) se encontra com o governador Renato Casagrande no Palácio Anchieta. Crédito: Vitor Jubini
vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira (31) que, apesar de considerar que a realização da Copa América no Brasil, em meio aos mais de 462 mil mortos por Covid, traz menos riscos que na Argentina, não é possível descartá-los.
"Não é que seja mais seguro, é menos risco. Não é mais, é menos. O risco continua", disse Mourão ao ser abordado por jornalistas.
Em reunião na manhã desta segunda-feira, a Conmebol avaliou propostas e definiu Brasil como nova sede do torneio. O anúncio foi feito após encontro do conselho da entidade, no Paraguai. No noite do domingo (30), a Argentina abriu mão de sediar o torneio em razão do recrudescimento da pandemia de Covid-19 no país.
O pronunciamento da Conmebol aponta uma influência do governo Bolsonaro para que a Copa América migrasse para o Brasil.
Mourão disse ter sabido apenas no fim da manhã sobre a definição da Conmebol.
"Segundo as razões da Conmebol, é que nós temos estádio, organizamos a última, estamos com campeonato correndo aí normalmente, sem problema nenhum", afirmou.
Questionado sobre os riscos de realizar a competição no Brasil, onde as UTIs de Covid estão cheias, o vice-presidente ponderou que os estádios estarão vazios e que a dimensão territorial do Brasil é uma vantagem.
"Não tem público, né? Não tendo público, não há problema. É só dividir bem estas sedes, acabou", disse Mourão. "A vantagem nossa é a amplitude do país e a quantidade de estádios, que a gente pode dispersar este povo todo", afirmou.
O governo de Pernambuco, um dos estados cotados para receber jogos, informou ao jornal Folha de S.Paulo que não aceitará ser sede da competição.
"Ainda não fomos procurados, mas, se formos, não vamos permitir jogos da Copa América em Pernambuco", informou o governo.
A reportagem procurou o governo do Distrito Federal, já que Brasília também pode receber jogos, mas não houve resposta.
Procurada a Secretaria Especial de Imprensa da Presidência não se manifestou sobre as negociações para que o país sedie a Copa América e orientou que o Ministério da Cidadania fosse procurado para prestar esclarecimentos. Até o momento, não houve retorno.

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