Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Ministério da Saúde vai receber representantes de farmacêuticas
Vacina

Ministério da Saúde vai receber representantes de farmacêuticas

O discurso no ministério é o de que o governo comprará a primeira vacina segura que chegar ao mercado

Publicado em 17 de Novembro de 2020 às 09:51

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 nov 2020 às 09:51
ministério da saúde
O Ministério da Saúde receberá representantes de farmacêuticas para discutir a compra dos imunizantes Crédito: Marcello Casal/Agência Brasil
Após a divulgação de resultados preliminares positivos sobre o desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19, o Ministério da Saúde receberá representantes de farmacêuticas para discutir a compra dos imunizantes. A primeira reunião será com a Pfizer, nesta terça-feira (17), de acordo com informações obtidas pelo Estadão. Na quarta (18), técnicos da pasta vão se encontrar com representantes da Johnson & Johnson. Na quinta-feira (19), está prevista agenda com desenvolvedores da vacina Sputnik V.
Não há compromisso firmado pelo governo para a compra desses imunizantes. O discurso no ministério é o de que o governo comprará a primeira vacina segura que chegar ao mercado. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, chegou a vetar a compra da Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, pois quem lidera as tratativas para o acesso da droga no Brasil é o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
Há estudos clínicos em andamento no Brasil para desenvolver as vacinas da Pfizer e Johnson & Johnson, entre outras. A Sputnik V, porém, ainda não é testada no país. A ideia do governo é ouvir valores e condições de acesso à vacina que as empresas oferecem. Uma dúvida no governo é sobre como garantir o armazenamento de vacinas que exigem temperaturas baixíssimas.
O Ministério da Saúde acompanha 270 pesquisas sobre vacinas com Covid-19. A aposta do governo, por enquanto, é no imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford com o laboratório AstraZeneca. O governo investiu cerca de R$ 2 bilhões para comprar 100 milhões de doses da vacina, além de equipar a Fiocruz para produção independente da droga.

OMS

Em outra frente de atuação para encontrar uma vacina, o Brasil espera receber doses para 10% da população por meio do consórcio Covax Facility, liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O país investiu R$ 2,5 bilhões para entrar no consórcio.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Indígena da Aldeia Boa Esperança
Turismo étnico no ES: quatro aldeias para conhecer em Aracruz
Exposição em Aracruz convida o Público a reflitir sobre o Meio Ambiente
Imagem de destaque
Tarot semanal: previsão para os signos de 04 a 10 de maio de 2026

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados