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Imunização

Mesmo sem aval da Anvisa, São Paulo tem 11 milhões de doses da Coronavac

Nesta segunda-feira (28), o governo estadual recebeu um novo lote com mais 500 mil doses, feita em parceria entre o Instituto Butantã e a Sinovac Biotech.

Publicado em 28 de Dezembro de 2020 às 18:54

Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 dez 2020 às 18:54
Estudo aponta que a vacina Coronavac é segura e oferece resposta imune em 97% dos casos
Estudo aponta que a vacina Coronavac é segura e oferece resposta imune em 97% dos casos Crédito: Frederico Brasil/Futura Press/Folhapress
Mesmo sem a divulgação da eficácia - que foi adiada do dia 23 de dezembro para até 7 de janeiro -, São Paulo já estoca milhões de unidades da Coronavac desde 19 de novembro. Na manhã desta segunda-feira (28), o governo estadual recebeu um novo lote com mais 500 mil doses da vacina, feita em parceria entre o Instituto Butantã e a biofarmacêutica chinesa Sinovac Biotech.
O lote importado da China é composto por doses já prontas para a aplicação. E, na próxima quarta-feira (30), está prevista a chegada de mais uma remessa, com 1,5 milhão de unidades. O que totaliza cerca de 11 milhões de doses em solo brasileiro só neste ano.
"Chegamos ao fim de 2020 com aproximadamente 11 milhões de vacinas em solo nacional, garantindo o compromisso do Butantan em viabilizar o imunizante para a população brasileira para que, assim que registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, possa ser iniciada a vacinação", afirmou Dimas Covas, diretor do Instituto Butantã. A vacinação em São Paulo está prevista para iniciar em 25 de janeiro.
Isso, porém, não garante a imunização imediata da população. Antes de tudo, é necessária a liberação do produto pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que precisa receber os dados dos testes clínicos para poder analisá-los a fim de conceder o registro ou autorizar o uso emergencial.
A expectativa era que a eficácia, dado obtido na fase 3 dos testes, fosse divulgada antes do Natal. Na data marcada para o anúncio, porém, o Instituto Butantã, informou apenas que os índices de eficácia foram superiores ao mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 50%.
De acordo com o instituto, a Sinovac ainda vai analisar os dados obtidos em vários países antes de divulgá-los. A fase 3 reuniu cerca de 13 mil voluntários em 16 centros de pesquisa.
O objetivo é que os dados sejam comparados a resultados de pesquisas em outros países, evitando que a vacina tenha diferentes índices de eficácia anunciados. Na Turquia, por exemplo, o índice inicial superou os 90% de eficácia, mas é preliminar. O sigilo contratual do governo não permite, entretanto, antecipar a porcentagem obtida no Brasil.

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