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Veto de Crivella

Justiça autoriza grupo Globo em entrevistas da Prefeitura do Rio

No começo do mês, Crivella afirmou que não iria mais responder a pedidos de informação feitos pelo jornal

Publicado em 17 de Dezembro de 2019 às 12:34

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 dez 2019 às 12:34
MPRJ recomenda a Crivella que não exija lacre em publicações LGBT Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil | Arquivo
Uma liminar da 8ª Vara de Fazenda Pública do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), expedida nesta segunda-feira (16), determina o livre acesso de jornalistas do grupo Globo a entrevistas da Prefeitura do Rio.
Em apenas um mês, profissionais do grupo foram barrados em quatro entrevistas da administração de Marcelo Crivella (Republicanos) à imprensa. Nas redes sociais, o prefeito vem atacando a empresa e dizendo que a Globo fabrica notícias falsas para prejudicá-lo.
A prefeitura também anunciou, no início de dezembro, que não responderia mais aos pedidos de informação feitos pelo jornal.
Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (15) mostrou que 76% dos cariocas consideram que Crivella agiu mal ao afirmar que não responderia mais aos pedidos do O Globo e ao barrar as equipes nas entrevistas à imprensa.
A liminar da juíza Alessandra Cristina Peixoto também determina que a prefeitura será obrigada a fornecer ao grupo Globo acesso a todas as informações divulgadas abertamente à imprensa de modo geral, sob pena de multa de R$ 10 mil para cada ato em desacordo.
Em sua decisão, a juíza afirma que o município não poderia vetar a participação das equipes nos eventos abertos à imprensa, mesmo se entendesse que as reportagens da Globo estivessem ferindo a imagem da administração.
"Eventual ponderação de direitos somente poderia ser buscada pela via judicial, o que não houve", escreveu.
A magistrada também argumentou que eventual discordância de natureza ideológica ou política não pode servir como justificativa para a conduta da prefeitura.
"Frise-se que os agentes públicos, bem como os atos de suas gestões, estão sujeitos a questionamentos quanto às suas condutas e atuações, não havendo razão para impossibilitar os jornalistas de emitirem opiniões sobre pessoas públicas ou sobre a gestão dos agentes, o que, na realidade, faz parte de suas funções como fomentadores de questionamentos e opiniões", diz a peça.

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