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Governo Federal

Guedes é retirado de coletiva por ministro militar e líder do governo

A cena rendeu comentários em tom de brincadeira enquanto os três se afastavam dos jornalistas. 'Agora tem articulação política', disse o ministro

Publicado em 24 de Setembro de 2020 às 17:52

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 set 2020 às 17:52
Paulo Guedes, ministro da Economia do governo Bolsonaro
Ministro da Economia, Paulo Guedes, critica fundo de proteção aos Estados na reforma tributária Crédito: Marcello Casal/Agência Brasil
ministro da Economia, Paulo Guedes, protagonizou uma cena que chamou a atenção nesta quarta (23), já no fim de uma entrevista coletiva que concedia a jornalistas no Palácio do Planalto, em Brasília. Logo após encerrar uma fala sobre o fim do auxílio emergencial, Guedes foi prontamente retirado pelo general Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo, e por Ricardo Barros (PP-PR), atual líder do governo na Câmara dos Deputados.
Em imagens da CNN Brasil, Guedes aparece durante todo o tempo que falou com a imprensa acompanhado de perto pelos dois, que ficaram um de cada lado do ministro. Nos últimos momentos da fala, é possível observar o incômodo de Ramos e Barros com a continuidade da entrevista.
Barros é visto falando "tá bom" algumas vezes e depois repete por várias vezes "vamos lá" enquanto caminha com Guedes para longe dos microfones. Já Ramos, único de máscara entre os três, coloca a mão no ombro do ministro para retirá-lo do local.
A cena rendeu comentários em tom de brincadeira de Guedes enquanto os três se afastavam dos jornalistas. "Agora tem articulação política", disse o ministro, apontando para Ramos e Barros.
"Agora é trabalhar", respondeu o general Ramos.
Enquanto falava à imprensa, Guedes comentou sobre a necessidade de se criar "tributos alternativos" para compensar a desoneração da folha de pagamento para alguns setores e depois citou uma "aterrissagem suave", em referência à extinção do auxílio emergencial, para que o impacto do fim do benefício criado por causa da pandemia do novo coronavírus seja menor.

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