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Coronavírus

Governo vai confiscar vacinas produzidas no país ou importadas, diz Caiado

O Governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), disse que a medida foi passada pelo próprio ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com quem esteve nesta manhã

Publicado em 11 de Dezembro de 2020 às 17:25

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 dez 2020 às 17:25
São Paulo começa a vacinar população em janeiro de 2021
São Paulo começa a vacinar população em janeiro de 2021 Crédito: Pixabay
O governo federal pretende promover uma espécie de confisco de vacinas contra a Covid-19, produzidas no país ou importadas para o Brasil, segundo informou nesta sexta-feira (11) o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM).
Caiado disse que a informação foi passada pelo próprio ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com quem esteve nesta manhã. Pazuello esteve em Goiânia para inaugurar o Hospital Maternidade Municipal Célia Câmara.
Em suas redes sociais, o governador de Goiás afirmou que o ministério pretende "requisitar" todas as vacinas contra o novo coronavírus produzidas ou importadas pelo Brasil.
"Toda e qualquer vacina registrada, produzida ou importada no país será requisitada, centralizada e distribuída aos estados pelo Ministério da Saúde. Pazuello me informou isso aqui em Goiânia, hoje. Nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid", escreveu o governador.
O ministério da Saúde ainda não se pronunciou de maneira oficial. Uma assessora de Pazuello negou informalmente que o governo esteja planejando qualquer tipo de confisco.
Em seu discurso na inauguração do hospital, Pazuello disse que o plano de vacinação nacional é de responsabilidade do governo federal e que nenhum brasileiro terá vantagem, por morar em determinado estado.
"Nosso plano nacional de imunização é nacional. Nenhum estado da federação será tratado de forma diferente, nenhum brasileiro terá vantagem sobre outros brasileiros", completou.
O governador João Doria (PSDB) anunciou para 25 de janeiro o início da vacinação no estado de São Paulo. Será usada a vacina Coronavac, parceria do Instituto Butantan com a chinesa

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